
sábado, 5 de maio de 2007
Pequeno erro.
sexta-feira, 4 de maio de 2007
No melhor pano cai a nodoa



É de louvar o arranjo das ruas do centro da cidade a Câmara esta de parabéns.
Mas no melhor pano cai a nódoa.
Na rua dos Bombeiros Voluntários nem técnicos nem projectistas nem ficais ninguém se lembrou que a rua era para levar estacionamento e assim desviar as lajes centrais para o eixo da via de maneira a não serem partidas pelos veículos com se pode ver na foto.
O Pais não esta tão rico para que se possam andar a substituir coisas caras por falta de atenção ou por burrice de alguns.
terça-feira, 1 de maio de 2007
Bombas na Net
"Noticia retirada do Correio da manha"
Há jovens que estão a fazer bombas artesanais recorrendo a conhecimentos obtidos na internet. A Polícia Judiciária de Coimbra anunciou ontem que identificou seis estudantes, com idades entre os 15 e 17 anos, que, a partir de sites da net, fabricaram duas bombas que fizeram explodir na Figueira da Foz e na Covilhã. Num dos casos, uma jovem sofreu ferimentos graves num ouvido
A mãe de uma menina de cinco anos testemunhou à Lusa um outro “ataque” que aconteceu em 2006 na Figueira da Foz. Maria João Almeida viu sete jovens atirar uma garrafa de uma janela: “rebentou no chão como um ‘cocktail molotov’”. A bomba quase atingiu a filha. Maria diz que assistiu a mais duas explosões e que identificou três adolescentes à PSP e à PJ.Segundo fonte policial, os jovens recorreram a páginas da internet estrangeiras para obter os conhecimentos. “Os engenhos são de fácil fabrico e os materiais – ácido clorídrico e alumínio – estão acessíveis a qualquer pessoa.” Nos últimos dois anos, a PJ registou dez casos semelhantes.Os dois últimos, alvo de uma investigação conduzida pelo Laboratório da Polícia Científica, verificaram-se em Junho e Outubro do ano passado. Na Figueira da Foz, quatro jovens fabricaram a bomba e fizeram-na explodir numa zona residencial da freguesia de Tavarede, pondo em risco a integridade física de uma jovem. Consequências mais graves teve o rebentamento ocorrido, em Outubro de 2006, na escola secundária Frei Heitor Pinto, na Covilhã. Dois jovens “queriam experimentar” o engenho explosivo e colocaram-no num contentor de lixo . A ‘brincadeira’ ia acabando em tragédia - uma jovem, sentou-se perto do local e foi surpreendida pelo rebentamento. “A explosão foi violenta e rebentou com o tímpano esquerdo da estudante”, acrescentou fonte da PJ. A Directoria da Polícia Judiciária de Coimbra concluiu a investigação destes dois casos e encaminhou os processos para os tribunais judiciais da Figueira da Foz e Covilhã. Os jovens confessaram aprendido a fazer as bombas na net. Quatro têm mais de 16 anos e ficaram com termo de identidade e residência.
GARRAFA COM ÁCIDO E ALUMÍNIONos casos ontem divulgados pela Polícia Judiciária, os jovens não tiveram grande dificuldade em adquirir os materiais necessários para o fabrico das bombas. Arranjaram uma garrafa de plástico de refrigerante, colocaram-lhe ácido clorídrico e alumínio e puseram-lhe a rolha. A mistura daquele ácido com folha de alumínio produz uma reacção química explosiva capaz de, além de provocar um forte estrondo, espalhar fragmentos em redor de vários metros. “Estes engenhos são muito perigosos porque nunca se sabe quando rebentam. Geralmente, a explosão é muito violenta”, alertou um investigador da PJ, salientando o facto de os jovens que as fazem também correrem “sérios riscos”.
A Polícia Judiciária está preocupada com aquilo que considera “as influências negativas” da internet. Neste caso, a situação é ainda mais grave porque alguns sites, além de explicar ao pormenor como se constrói uma bomba, mostram vídeos do rebentamento dos engenhos. As autoridades têm grandes dificuldades identificar os autores dos sites e acabar com eles “porque são estrangeiros e aparecem e desaparecem com grande facilidade”, disse fonte da Polícia Judiciária.
PORMENORESDEZ EXPLOSÕESA PJ de Coimbra refere que na Região Centro, nos últimos dois anos se registaram dez casos de explosões de bombas caseiras.
INVESTIGAÇÃOA PJ investiga a origem dos sites que explicam o fabrico de bombas. Mas eles aparecem e desaparecem da rede, o que dificulta a investigação
.NOMES SUGESTIVOS‘Como fazer bombas caseiras’, ‘Bombshock’ ou ‘Anarchist Cookbook’ são nomes de sites com informações perigosas.
CRIMEO Código Penal diz que o crime de explosão, caso o perigo seja criado por negligência, pode ser punido com pena de um a oito anos de prisão.
SENSIBILIZAÇÃOA PJ apela aos pais para estarem “atentos” e explicarem aos menores os perigos da net.
Há jovens que estão a fazer bombas artesanais recorrendo a conhecimentos obtidos na internet. A Polícia Judiciária de Coimbra anunciou ontem que identificou seis estudantes, com idades entre os 15 e 17 anos, que, a partir de sites da net, fabricaram duas bombas que fizeram explodir na Figueira da Foz e na Covilhã. Num dos casos, uma jovem sofreu ferimentos graves num ouvido
A mãe de uma menina de cinco anos testemunhou à Lusa um outro “ataque” que aconteceu em 2006 na Figueira da Foz. Maria João Almeida viu sete jovens atirar uma garrafa de uma janela: “rebentou no chão como um ‘cocktail molotov’”. A bomba quase atingiu a filha. Maria diz que assistiu a mais duas explosões e que identificou três adolescentes à PSP e à PJ.Segundo fonte policial, os jovens recorreram a páginas da internet estrangeiras para obter os conhecimentos. “Os engenhos são de fácil fabrico e os materiais – ácido clorídrico e alumínio – estão acessíveis a qualquer pessoa.” Nos últimos dois anos, a PJ registou dez casos semelhantes.Os dois últimos, alvo de uma investigação conduzida pelo Laboratório da Polícia Científica, verificaram-se em Junho e Outubro do ano passado. Na Figueira da Foz, quatro jovens fabricaram a bomba e fizeram-na explodir numa zona residencial da freguesia de Tavarede, pondo em risco a integridade física de uma jovem. Consequências mais graves teve o rebentamento ocorrido, em Outubro de 2006, na escola secundária Frei Heitor Pinto, na Covilhã. Dois jovens “queriam experimentar” o engenho explosivo e colocaram-no num contentor de lixo . A ‘brincadeira’ ia acabando em tragédia - uma jovem, sentou-se perto do local e foi surpreendida pelo rebentamento. “A explosão foi violenta e rebentou com o tímpano esquerdo da estudante”, acrescentou fonte da PJ. A Directoria da Polícia Judiciária de Coimbra concluiu a investigação destes dois casos e encaminhou os processos para os tribunais judiciais da Figueira da Foz e Covilhã. Os jovens confessaram aprendido a fazer as bombas na net. Quatro têm mais de 16 anos e ficaram com termo de identidade e residência.
GARRAFA COM ÁCIDO E ALUMÍNIONos casos ontem divulgados pela Polícia Judiciária, os jovens não tiveram grande dificuldade em adquirir os materiais necessários para o fabrico das bombas. Arranjaram uma garrafa de plástico de refrigerante, colocaram-lhe ácido clorídrico e alumínio e puseram-lhe a rolha. A mistura daquele ácido com folha de alumínio produz uma reacção química explosiva capaz de, além de provocar um forte estrondo, espalhar fragmentos em redor de vários metros. “Estes engenhos são muito perigosos porque nunca se sabe quando rebentam. Geralmente, a explosão é muito violenta”, alertou um investigador da PJ, salientando o facto de os jovens que as fazem também correrem “sérios riscos”.
A Polícia Judiciária está preocupada com aquilo que considera “as influências negativas” da internet. Neste caso, a situação é ainda mais grave porque alguns sites, além de explicar ao pormenor como se constrói uma bomba, mostram vídeos do rebentamento dos engenhos. As autoridades têm grandes dificuldades identificar os autores dos sites e acabar com eles “porque são estrangeiros e aparecem e desaparecem com grande facilidade”, disse fonte da Polícia Judiciária.
PORMENORESDEZ EXPLOSÕESA PJ de Coimbra refere que na Região Centro, nos últimos dois anos se registaram dez casos de explosões de bombas caseiras.
INVESTIGAÇÃOA PJ investiga a origem dos sites que explicam o fabrico de bombas. Mas eles aparecem e desaparecem da rede, o que dificulta a investigação
.NOMES SUGESTIVOS‘Como fazer bombas caseiras’, ‘Bombshock’ ou ‘Anarchist Cookbook’ são nomes de sites com informações perigosas.
CRIMEO Código Penal diz que o crime de explosão, caso o perigo seja criado por negligência, pode ser punido com pena de um a oito anos de prisão.
SENSIBILIZAÇÃOA PJ apela aos pais para estarem “atentos” e explicarem aos menores os perigos da net.
Beirute
Noticia Publico

01-05-2007 - 15:51
Che em Beirute Uma militante comunista libanesa participa na manifestação do 1º de Maio, envolta numa bandeira do partido e, na cabeça, uma boina lembrando a usada por Che Guevara. Em todo o mundo, milhões saíram à rua para comemorar o Dia Internacional do Trabalhador, mas em muitos países, manifestantes e polícias voltaram a confrontar-se. Foto: Jamal Saidi/Reuters
Lei do Tabaco
Noticia Sol
"Comerciantes vão ter que denunciar clientes fumadores"
A proposta de lei anti-tabaco a ser discutida na AR poderá obrigar os proprietários dos cafés e restaurantes com menos de cem metros quadrados a denunciar os clientes infractores.
«Só espero que o cliente não se vire contra o comerciante», desabafou o proprietário de um pequeno café na Amadora, que, com a nova lei não só terá de proibir o fumo, como terá de denunciar às autoridades os clientes que se recusem a apagar o cigarro.
Com 80 metros quadrados - menos 20 do que a Proposta de Lei do Governo exige para o incluir nas excepções e com possibilidade de criar um espaço para fumadores, nunca superior a 30 por cento da área total - este café é um dos milhares espalhados por Portugal e que, se a nova lei for aprovada como propõe o Governo, terá de proibir totalmente o fumo.
O proprietário concorda com os propósitos das restrições, mas receia que o cliente fumador não seja assim tão compreensivo e questiona-se: «E se ele, mesmo alertado para a proibição, insistir em fumar?».
Nesses casos, e de acordo com a Proposta de Lei que os deputados irão discutir quarta-feira na generalidade, caberá ao proprietário do estabelecimento (enquanto uma das «entidades públicas ou privadas que tenham a seu cargo os locais a que se refere a presente lei») «chamar as autoridades administrativas ou policiais, as quais devem lavrar o respectivo auto de notícia».
Por seu lado, os restantes utentes dos serviços que defendam o cumprimento da lei e se deparem com a sua infracção, poderão apresentar «queixa por escrito, circunstanciada, usando para o efeito, nomeadamente, o livro de reclamações disponível no estabelecimento em causa».
É este papel de denunciador de um cliente que preocupa este comerciante na Amadora e muitos, muitos mais, que se vêem na iminência de perder clientes e, logo, terem prejuízos avultados.
Quando a proposta de lei foi aprovada em Conselho de Ministros, a 1 de Março deste ano, a Associação de Restauração e Similares de Portugal (ARESP) alertou para «os evidentes prejuízos socio-económicos para os estabelecimentos de restauração e bebidas, e ainda mais, para os espaços de diversão, advenientes da proibição do fumo nestes locais».
Mas foi o período de adaptação dos estabelecimentos comerciais às alterações (um ano) que mais críticas mereceu por parte da ARESP.
Para esta associação, tratou-se de «um retrocesso» do Governo que optou por «deixar cair as posições anteriormente assumidas, decidindo de forma diversa da anunciada, ao reduzir o prazo previsto para adaptação dos quatro anos para, apenas, um ano».
A nova lei, que poderá ser diferente da Proposta de Lei, conforme a sua discussão na Assembleia da República, proíbe o fumo em praticamente todos os espaços fechados.
Dos «locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da administração pública e pessoas colectivas públicas» aos «locais de trabalho», dos «estabelecimentos onde sejam prestados cuidados de saúde, nomeadamente hospitais, clínicas, centros e casas de saúde, consultórios médicos, postos de socorros, laboratórios, farmácias e locais onde se dispensem medicamentos não sujeitos a receita médica» aos «lares e outras instituições que acolham pessoas idosas ou com deficiência ou incapacidade», passando por espaços «destinados a menores de 18 anos, nomeadamente infantários, creches e outros estabelecimentos de assistência infantil, lares de infância e juventude, centros de ocupação de tempos livres, colónias e campos de férias e demais estabelecimentos similares», todos terão de ser transformados em espaços livres de fumo.
A Proposta de Lei preconiza ainda a interdição do fumo «nos estabelecimentos de ensino, independentemente da idade dos alunos e do grau de escolaridade, incluindo, nomeadamente, salas de aula, de estudo, de professores, de reuniões, bibliotecas, ginásios, átrios e corredores, bares, restaurantes, cantinas, refeitórios e espaços de recreio» e «nos museus, colecções visitáveis e locais onde se guardem bens culturais classificados, nos centros culturais, nos arquivos e nas bibliotecas, nas salas de conferência, de leitura e de exposição», assim como «nas salas e recintos de espectáculos e noutros locais destinados à difusão das artes e do espectáculo, incluindo as antecâmaras, acessos e áreas contíguas».
Entre outros espaços, o fumo deverá ser proibido «nos recintos de diversão e recintos destinados a espectáculos de natureza não artística», «nos conjuntos e grandes superfícies comerciais e nos estabelecimentos comerciais de venda ao público» e «nos estabelecimentos hoteleiros e outros empreendimentos turísticos, onde sejam prestados serviços de alojamento».
A Proposta estabelece um conjunto de excepções, entre as quais «áreas exclusivamente destinadas a pacientes fumadores em hospitais psiquiátricos, serviços, centros de tratamento e reabilitação e unidades de internamento de toxicodependentes e de alcoólicos».
Poderão igualmente ser criadas «nos estabelecimentos prisionais, unidades de alojamento, em celas ou camaratas, para reclusos fumadores».
Para quem insistir em fumar nos locais proibidos, a Proposta de Lei definiu um conjunto de contra-ordenações que poderão ser punidas com coimas entre os 50 e os mil euros para o fumador «nos locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da administração pública e pessoas colectivas públicas» e «nos recintos fechados das redes de levantamento automático de dinheiro», bem como para quem fume «nos veículos afectos aos transportes públicos urbanos, suburbanos e interurbanos de passageiros, bem como nos transportes rodoviários, ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais, nos serviços expressos, turísticos e de aluguer, nos táxis, ambulâncias, veículos de transporte de doentes e teleféricos».
A mesma coima poderá ser atribuída a quem fume «fora das áreas ao ar livre ou das áreas para fumadores previstas» nas excepções contempladas na lei.
Coimas de 50 a mil euros poderão ainda ser aplicadas aos «proprietários dos estabelecimentos» (...) que não determinem aos fumadores para se absterem de fumar - se no espaço tal for proibido - e, caso estes não cumpram, não chamem as autoridades administrativas ou policiais para «lavrar o respectivo auto de notícia».
De acordo com a Proposta de Lei, a fiscalização da nova lei compete à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), que será responsável pela «instrução dos processos de contra-ordenação».
Esta Proposta de Lei - que visa «a protecção dos não fumadores da exposição ao fumo passivo» - estabelece «limitações ao consumo de tabaco em espaços fechados e cobertos» e proíbe a publicidade ao tabaco, obriga à utilização de advertências de saúde nas embalagens e preconiza o apoio na cessação tabágica e a informação e educação para a saúde, em particular das crianças e dos jovens.
O diploma proíbe a venda de produtos do tabaco a menores de 18 anos, a sua venda em máquinas de venda automática «que não estejam munidas de um dispositivo electrónico ou outro sistema bloqueador que impeça o seu acesso a menores de 18 anos ou que não estejam localizadas no interior do estabelecimento comercial, de forma a serem visualizadas pelo responsável do estabelecimento» e incentiva a informação do grande público, bem como a educação para a saúde em meio escolar.
Lusa (Sandra Moutinho) / SOL
"Comerciantes vão ter que denunciar clientes fumadores"
A proposta de lei anti-tabaco a ser discutida na AR poderá obrigar os proprietários dos cafés e restaurantes com menos de cem metros quadrados a denunciar os clientes infractores.
«Só espero que o cliente não se vire contra o comerciante», desabafou o proprietário de um pequeno café na Amadora, que, com a nova lei não só terá de proibir o fumo, como terá de denunciar às autoridades os clientes que se recusem a apagar o cigarro.
Com 80 metros quadrados - menos 20 do que a Proposta de Lei do Governo exige para o incluir nas excepções e com possibilidade de criar um espaço para fumadores, nunca superior a 30 por cento da área total - este café é um dos milhares espalhados por Portugal e que, se a nova lei for aprovada como propõe o Governo, terá de proibir totalmente o fumo.
O proprietário concorda com os propósitos das restrições, mas receia que o cliente fumador não seja assim tão compreensivo e questiona-se: «E se ele, mesmo alertado para a proibição, insistir em fumar?».
Nesses casos, e de acordo com a Proposta de Lei que os deputados irão discutir quarta-feira na generalidade, caberá ao proprietário do estabelecimento (enquanto uma das «entidades públicas ou privadas que tenham a seu cargo os locais a que se refere a presente lei») «chamar as autoridades administrativas ou policiais, as quais devem lavrar o respectivo auto de notícia».
Por seu lado, os restantes utentes dos serviços que defendam o cumprimento da lei e se deparem com a sua infracção, poderão apresentar «queixa por escrito, circunstanciada, usando para o efeito, nomeadamente, o livro de reclamações disponível no estabelecimento em causa».
É este papel de denunciador de um cliente que preocupa este comerciante na Amadora e muitos, muitos mais, que se vêem na iminência de perder clientes e, logo, terem prejuízos avultados.
Quando a proposta de lei foi aprovada em Conselho de Ministros, a 1 de Março deste ano, a Associação de Restauração e Similares de Portugal (ARESP) alertou para «os evidentes prejuízos socio-económicos para os estabelecimentos de restauração e bebidas, e ainda mais, para os espaços de diversão, advenientes da proibição do fumo nestes locais».
Mas foi o período de adaptação dos estabelecimentos comerciais às alterações (um ano) que mais críticas mereceu por parte da ARESP.
Para esta associação, tratou-se de «um retrocesso» do Governo que optou por «deixar cair as posições anteriormente assumidas, decidindo de forma diversa da anunciada, ao reduzir o prazo previsto para adaptação dos quatro anos para, apenas, um ano».
A nova lei, que poderá ser diferente da Proposta de Lei, conforme a sua discussão na Assembleia da República, proíbe o fumo em praticamente todos os espaços fechados.
Dos «locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da administração pública e pessoas colectivas públicas» aos «locais de trabalho», dos «estabelecimentos onde sejam prestados cuidados de saúde, nomeadamente hospitais, clínicas, centros e casas de saúde, consultórios médicos, postos de socorros, laboratórios, farmácias e locais onde se dispensem medicamentos não sujeitos a receita médica» aos «lares e outras instituições que acolham pessoas idosas ou com deficiência ou incapacidade», passando por espaços «destinados a menores de 18 anos, nomeadamente infantários, creches e outros estabelecimentos de assistência infantil, lares de infância e juventude, centros de ocupação de tempos livres, colónias e campos de férias e demais estabelecimentos similares», todos terão de ser transformados em espaços livres de fumo.
A Proposta de Lei preconiza ainda a interdição do fumo «nos estabelecimentos de ensino, independentemente da idade dos alunos e do grau de escolaridade, incluindo, nomeadamente, salas de aula, de estudo, de professores, de reuniões, bibliotecas, ginásios, átrios e corredores, bares, restaurantes, cantinas, refeitórios e espaços de recreio» e «nos museus, colecções visitáveis e locais onde se guardem bens culturais classificados, nos centros culturais, nos arquivos e nas bibliotecas, nas salas de conferência, de leitura e de exposição», assim como «nas salas e recintos de espectáculos e noutros locais destinados à difusão das artes e do espectáculo, incluindo as antecâmaras, acessos e áreas contíguas».
Entre outros espaços, o fumo deverá ser proibido «nos recintos de diversão e recintos destinados a espectáculos de natureza não artística», «nos conjuntos e grandes superfícies comerciais e nos estabelecimentos comerciais de venda ao público» e «nos estabelecimentos hoteleiros e outros empreendimentos turísticos, onde sejam prestados serviços de alojamento».
A Proposta estabelece um conjunto de excepções, entre as quais «áreas exclusivamente destinadas a pacientes fumadores em hospitais psiquiátricos, serviços, centros de tratamento e reabilitação e unidades de internamento de toxicodependentes e de alcoólicos».
Poderão igualmente ser criadas «nos estabelecimentos prisionais, unidades de alojamento, em celas ou camaratas, para reclusos fumadores».
Para quem insistir em fumar nos locais proibidos, a Proposta de Lei definiu um conjunto de contra-ordenações que poderão ser punidas com coimas entre os 50 e os mil euros para o fumador «nos locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da administração pública e pessoas colectivas públicas» e «nos recintos fechados das redes de levantamento automático de dinheiro», bem como para quem fume «nos veículos afectos aos transportes públicos urbanos, suburbanos e interurbanos de passageiros, bem como nos transportes rodoviários, ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais, nos serviços expressos, turísticos e de aluguer, nos táxis, ambulâncias, veículos de transporte de doentes e teleféricos».
A mesma coima poderá ser atribuída a quem fume «fora das áreas ao ar livre ou das áreas para fumadores previstas» nas excepções contempladas na lei.
Coimas de 50 a mil euros poderão ainda ser aplicadas aos «proprietários dos estabelecimentos» (...) que não determinem aos fumadores para se absterem de fumar - se no espaço tal for proibido - e, caso estes não cumpram, não chamem as autoridades administrativas ou policiais para «lavrar o respectivo auto de notícia».
De acordo com a Proposta de Lei, a fiscalização da nova lei compete à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), que será responsável pela «instrução dos processos de contra-ordenação».
Esta Proposta de Lei - que visa «a protecção dos não fumadores da exposição ao fumo passivo» - estabelece «limitações ao consumo de tabaco em espaços fechados e cobertos» e proíbe a publicidade ao tabaco, obriga à utilização de advertências de saúde nas embalagens e preconiza o apoio na cessação tabágica e a informação e educação para a saúde, em particular das crianças e dos jovens.
O diploma proíbe a venda de produtos do tabaco a menores de 18 anos, a sua venda em máquinas de venda automática «que não estejam munidas de um dispositivo electrónico ou outro sistema bloqueador que impeça o seu acesso a menores de 18 anos ou que não estejam localizadas no interior do estabelecimento comercial, de forma a serem visualizadas pelo responsável do estabelecimento» e incentiva a informação do grande público, bem como a educação para a saúde em meio escolar.
Lusa (Sandra Moutinho) / SOL
Dia do trabalhador.
Qualquer dia passaremos a chamar ao Dia 1º. De Maio o dia do desempregado ou o dia dos que recebem o rendimento mínimo, da maneira que estamos a ser governados, não deve tardar muito.
Sabem eu acho que os desempregados deveriam fazer serviços cívicos mais leves, até para se sentirem úteis á sociedade.
E todo o cidadão que recebe rendimento mínimo sem nunca ter descontado um chavo para o estado deveria também trabalhar para a comunidade, há por aí muita rua para varrer, muito pinho para plantar e mata para limpar .
Até porque se é cidadão Português para receber sem fazer nenhum também o deve ser contribuindo para que lhe paga.
Os jovens deviam também ser informados quando estudam que nem só os cursos superiores são bons e que há muita profissão considerada de segunda ou de terceira em que se ganha muito mais do que quem tem canudo.
Os nossos governantes devem tomar providencias a muito curto prazo porque as consequências de mas politicas no trabalho e sobretudo na educação são muito graves.
Sabem eu acho que os desempregados deveriam fazer serviços cívicos mais leves, até para se sentirem úteis á sociedade.
E todo o cidadão que recebe rendimento mínimo sem nunca ter descontado um chavo para o estado deveria também trabalhar para a comunidade, há por aí muita rua para varrer, muito pinho para plantar e mata para limpar .
Até porque se é cidadão Português para receber sem fazer nenhum também o deve ser contribuindo para que lhe paga.
Os jovens deviam também ser informados quando estudam que nem só os cursos superiores são bons e que há muita profissão considerada de segunda ou de terceira em que se ganha muito mais do que quem tem canudo.
Os nossos governantes devem tomar providencias a muito curto prazo porque as consequências de mas politicas no trabalho e sobretudo na educação são muito graves.
Noticia do Jornal Sol
1º Campeonato Internacional "Vila de Belmonte"
Exº Senhor:
Agradeciamos que nos publicasse a seguinte notícia.
O 1º Campeonato Internacional "Vila de Belmonte", foi mais um êxito da ASKBI, desta vez com a colaboração da Associação Desportiva de Belmonte e com o patrocínio da Câmara Municipal de Belmonte.
Estiveram presentes no Pavilhão Gimnodesportivo de Belmonte 183 Karatecas.
Este campeonato foi um êxito tanto a nível de realização como em termos desportivos.
Para todos os que participaram na realização deste evento, a ASKBI vem publicamente agradecer.
O Presidente da Direcção.
José Ilharco
Agradeciamos que nos publicasse a seguinte notícia.
O 1º Campeonato Internacional "Vila de Belmonte", foi mais um êxito da ASKBI, desta vez com a colaboração da Associação Desportiva de Belmonte e com o patrocínio da Câmara Municipal de Belmonte.
Estiveram presentes no Pavilhão Gimnodesportivo de Belmonte 183 Karatecas.
Este campeonato foi um êxito tanto a nível de realização como em termos desportivos.
Para todos os que participaram na realização deste evento, a ASKBI vem publicamente agradecer.
O Presidente da Direcção.
José Ilharco
domingo, 29 de abril de 2007
Força Benfica
sábado, 28 de abril de 2007
Turismo de Garrafão


Vem um artigo no Jornal do Fundão sobre um manifesto que os comerciantes do centro da Covilhã fizeram chegar ao Presidente da Câmara, em mostram o seu desespero por falta de movimento naquela zona da cidade.
No referido documento atribuem a culpa em grande pare a que naquela zona os estacionamentos são todos a pagar, e dizem que nem o turismo de garrafão aparece tão frequentemente com a alguns ano atrás.
Dizem ainda que a Covilhã foi ultrapassada por outras cidades como Seia por ex.
Os Srs. comerciantes vão ter que me desculpar, mas será que é só o estacionamento pago que afasta as pessoas?
Sabem bem que não é, vamos lá ver, quantas lojas não estão na mesma como quando eu as conheci e já tenho 40 anos?
E a falta de amabilidade para com cliente?
Os preços sempre acima do que se praticava por ex. nas Lojas de igual categoria no Fundão?
E agora depois de terem a concorrência das grandes superfícies nunca tiveram o cuidado de modificar os horários de funcionamento de maneira que ao menos neste ponto pudessem concorrer com os hiper.
Sabem a concorrência obriga a trabalhar e a ter imaginação.
Quanto ao turismo de garrafão não sei se estão lembrados mas eram ai explorados por muitos que lhes vendiam os produtos bastante mais caros e eram tratados com bastante falta de educação, porque? Pertenciam a uma camada social mais inferior?
Então agora já era bom que viessem mesmo com o garrafão ás costas não é verdade?
Nunca se esqueçam que quem semeia alguma coisa colhe, e Srs estão a colher o que semearam.
Quanto as outras cidades estarem melhor, podem agradecer a uma instituição chamada Parque Natural da Serra da Estrela.
Sabem que no nosso lado da encosta nada é permitido mas para o lado de lá algumas coisas se têm feito.
Srs. Comerciantes não pensem que estou contente com a vossa situação, pelo contrario, mas dai a culpar só o estacionamento é um pouco desculpar-se a si mesmo não acham?
Atenção que eu não sou a favor dos parquímetros até porque ainda não á muito tempo estive numa cidade espanhola mais ou menos com as mesmas características da Covilhã, e não vi lá nem um parquímetro.
O mal é sempre o mesmo nos pomos os nossos impostos mas os benefícios que deles resultam só algumas classes sociais como por ex. a politica é que usufruem deles.
Estamos em Portugal.
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Tristeza
Fui abordado por o Sr. Coelho residente na rua Pedro Alves que me perguntou quem opodia ajudar a denunciar esta situação, porque queria tirar umas fotos e mandar para o Jornal Jaagora.
Prontifiquei-me eu a fazer essa denuncia e apelo desde aqui á sua publicação no referido jornal na edição em papel dado que o Sr. Não dispõe de Internet.



Estamos aqui a ver uma zona que pertence á Freguesia de S. Martinho onde fui eleitor desde que tive idade para votar até 2006 porque tive de mudar residência, por isso ainda mais me choca a inércia da Junta que pelos vistos tem sido inúmeras vezes alertada para esta situação mas resolve-la tá quieto.
Para quem ainda não viu este sitio fica ali muito perto do Lar de S. José e mesmo ao lado de uma cantina da U B I “deve ser um regalo para os estudantes que ali vão comer terem tamanha lixeira á porta.”
Está também um muro logo no inicio da rua em ruína, nada que se o Sr. Presidente da Junta se fizesse o trabalho para que foi eleito ou seja insistir com a Câmara para que tome providencias já que todos sabemos que a juntas não têm orçamento para tal a situação poderia estar diferente.
Fui acusado por esse Sr. De não apelar ao voto para ele as razões estão bem á vista.
Calçada Alta

Na Rua José Ramalho antiga Calçada Alta sentido ascendente, já á algum tempo que foi retirado o sinal de sentido Proibido permanecendo lá o de estrada sem saída.Eu quero ver o dia que um condutor se meta por aquela Rua acima e venha outro em sentido contrario quem é que toma a responsabilidade de tal irresponsabilidade.
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Transito
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Afinal o Túnel ai está.
Com 2 anos de atraso é certo mas o Túnel já abriu, parabéns á Câmara de Lisboa e ao seu Presidente que contra as forças do mal que não fazem nem querem que os outros façam hoje provou que a obra se podia fazer.
Sabem noutro tempo também chamavam nomes feios ao Marques de Pombal.
Sempre assim foi quem não serve para produzir dedica-se a dizer mal de quem produz.
Sabem noutro tempo também chamavam nomes feios ao Marques de Pombal.
Sempre assim foi quem não serve para produzir dedica-se a dizer mal de quem produz.
Abril

Comemora-se hoje mais um aniversário do 25 de Abril.Abril foi o sonho de muitos que lutaram pela liberdade de que usufruímos neste momento.
Mas quem lutou e fez Abril certamente não estaria á espera que 33 anos depois o Povo Português estivesse sujeito a uma Ditadura económica tão ou mais severa que a de Salazar.
Digo isto porque os nossos Políticos pós 25 de Abril até hoje não souberam dar o rumo ao Pais que todos nos merecíamos, pelo contrário estamos cada vez mais oprimidos e dependentes.
Já alguma vez pensaram se a Europa se chateia?
Do que é que Portugal vive?
Educação Anda cá que te quero ver ( Drs. e Engs. Com canudo sabe-se lá como).
Agricultura boa noite (faz calos).
E assim sucessivamente, quero dizer não produzimos absolutamente nada.
Por isso peço aqui aos Srs. da politica que pensem mais no Pais e guardem mais Respeito aqueles que em 1974 lutaram para que eles hoje possam estar onde estão, e não usem os cargos para que são eleitos única e simplesmente para se servir e tramarem quem os elege.
VIVA A DEMOCRACIA “Com Políticos Sérios”
sábado, 21 de abril de 2007
Parque da Goldra



Esta tarde foi feita uma visita ás obras do Parque da Goldra pelo elenco camarário, jornalistas e população.Como antigo proprietário de algumas parcelas daquela área tive curiosidade e acompanhei a visita.
Para mim foi duro ver o sitio onde vivi 40 anos totalmente modificado, mas ao mesmo tempo senti-me feliz por ver que a Câmara nos terrenos que custaram tanto a conquistar ao meu Avo esta a fazer um grande espaço publico para todos.
Chamo a atenção para o seguinte, espero que os Srs. Que estão na Câmara e outros que venham a seguir que aqueles terrenos foram vendidos por acordo, ou foram expropriados por utilidade pública e ficaria muito mal aparecer por ali algum loteamento.
Se assim for dou desde já os parabéns Á Câmara pelo empreendimento, pelos 5 km de muros, zonas para crianças e idosos, etc. etc.
Termas de Unhais




Calhei a visitar as obras das Termas de Unhais, fiquei surpreendido com o que vi.
Para já felicito os empresários que tiveram o arrojo de projectar e implantar uma obra desta grandeza.
Assim Unhais pode preparar-se para que este empreendimento lhe sirva para alavancar
o desenvolvimento através do aumento esperado de população flutuante.
Vejam as fotos e digam lá se não apetecia que já estivessem concluídas para poder passar um fim de semana.
Prometo que se a gerência me deixar vou por aqui as fotos da inauguração.
Hemodiálise.

Quem passa pergunta o que é aquele edifício, a mim disseram-me que era um centro de Hemodiálise.
Se é verdade porque estará um edifício aparentemente concluído a fazer fechado?
Desde aqui faço um apelo a quem de direito para que se ultrapasse o que se tenha de ultrapassar para que as pessoas que necessitam deste serviço não tenham que se deslocar para fora da Cidade.
Muitas vezes anda-se para ai a acabar obras á pressa com muito menos importância só para cortar fitas, era bom que tivessem mais em conta estas infra-estruturas de saúde que são bem mais importantes.
Se é verdade porque estará um edifício aparentemente concluído a fazer fechado?
Desde aqui faço um apelo a quem de direito para que se ultrapasse o que se tenha de ultrapassar para que as pessoas que necessitam deste serviço não tenham que se deslocar para fora da Cidade.
Muitas vezes anda-se para ai a acabar obras á pressa com muito menos importância só para cortar fitas, era bom que tivessem mais em conta estas infra-estruturas de saúde que são bem mais importantes.
Câmara em Unhais




Ontem decorreu em Unhais da Serra mais uma das Reuniões Publicas da Câmara da Covilhã.
Uma iniciativa louvável a descentralização destas reuniões e até uma lição de democracia como dizia Carlos Abreu Presidente da Assembleia Municipal também ali presente, disse ainda que assim é a melhor maneira de se fazer Abril.
Unhais esta de parabéns uma vês que estava bastante população presente.
Vamos lá ao que interessa.
Numa da intervenções, Serra do Reis Vereador do P S disse que a estrada que liga Unhais ás Panhas está mal concebida e é perigosa.
Joaquim Matias Responde que a obra foi lançada no tempo de Jorge Pombo e que o P S D que na altura era oposição se opôs a essa medida.
Joaquim Matias mostrou também receio que na onda de poupança o Governo venha também ordenar o fecho da segunda repartição de Finanças o que causaria muitos incómodos á população.
Foi abordado o tema do fecho do posto da G N R de Unhais ou Paul a que Carlos Pinto diz que por ele não fecha nenhum mas que não depende dele e deu o exemplo da Covilhã cidade que agora depois da nova afectação de território entre P S P e G N R quem tiver um acidente na rotunda do Hospital chama a G N R se for na do Álvaro Ramos P S P Complexo desportivo G N R, que grande confusão que os Srs. De Lisboa criaram.
Carlos Abreu pôs a questão do I C 6 que nunca mais arranca .
Boas notícias Carlos pinto disse que as etares de Unhais e da Grande Covilhã serão inauguradas em Junho e anunciou também a compra por parte da Câmara do edifício do Cine Centro para ali passar a funcionar a Assembleia Municipal.
Uma iniciativa louvável a descentralização destas reuniões e até uma lição de democracia como dizia Carlos Abreu Presidente da Assembleia Municipal também ali presente, disse ainda que assim é a melhor maneira de se fazer Abril.
Unhais esta de parabéns uma vês que estava bastante população presente.
Vamos lá ao que interessa.
Numa da intervenções, Serra do Reis Vereador do P S disse que a estrada que liga Unhais ás Panhas está mal concebida e é perigosa.
Joaquim Matias Responde que a obra foi lançada no tempo de Jorge Pombo e que o P S D que na altura era oposição se opôs a essa medida.
Joaquim Matias mostrou também receio que na onda de poupança o Governo venha também ordenar o fecho da segunda repartição de Finanças o que causaria muitos incómodos á população.
Foi abordado o tema do fecho do posto da G N R de Unhais ou Paul a que Carlos Pinto diz que por ele não fecha nenhum mas que não depende dele e deu o exemplo da Covilhã cidade que agora depois da nova afectação de território entre P S P e G N R quem tiver um acidente na rotunda do Hospital chama a G N R se for na do Álvaro Ramos P S P Complexo desportivo G N R, que grande confusão que os Srs. De Lisboa criaram.
Carlos Abreu pôs a questão do I C 6 que nunca mais arranca .
Boas notícias Carlos pinto disse que as etares de Unhais e da Grande Covilhã serão inauguradas em Junho e anunciou também a compra por parte da Câmara do edifício do Cine Centro para ali passar a funcionar a Assembleia Municipal.
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Vou tentar não falar mais…….
Já fui acusado de tendencioso, peço desculpa mas nunca escondi a minha cor politica a ninguém e como sabem não sou o único a falar neste caso.
Infelizmente quem tem andado atento ás noticias reveladas sobre o percurso académico do Primeiro Ministro tem obrigatoriamente de estar apreensivo, porque sendo verdade que ouve fraude ficamos a pensar quantos presumíveis Eng., Drs., etc. existem neste Pais.
Depois aparecem as estradas mal feitas, sinalizações incorrectas, estudos para Aeroportos a serem construídos em terrenos pantanosos e mais grave ainda estudos que mandam fechar serviços básicos para a população como escolas, hospitais etc.
Agora digam-me lá por muito que se goste do Sr. José Sócrates temos que estar de pé atrás, até porque se mentiu nas suas qualificações académicas não foi a primeira vez, é que, na campanha eleitoral não disse que ia atacar a função publica, subir impostos, pelo o contrario prometeu baixar impostos, desemprego, etc.
Só há uma coisa que o Sr Primeiro Ministro faz bem é iludir a maioria dos Portugueses que Ainda confiam nele através de afirmações como “temos que ser rigorosos e não podemos facilitar” que pelos vistos é só para o povo porque ele segundo os Jornais manda os exames por correio.
Imaginem que este teatro todo se passava com um Primeiro Ministro do P S D já tinha caído o Carmo e a Tridade.
O Povo só tem o que merece.
Infelizmente quem tem andado atento ás noticias reveladas sobre o percurso académico do Primeiro Ministro tem obrigatoriamente de estar apreensivo, porque sendo verdade que ouve fraude ficamos a pensar quantos presumíveis Eng., Drs., etc. existem neste Pais.
Depois aparecem as estradas mal feitas, sinalizações incorrectas, estudos para Aeroportos a serem construídos em terrenos pantanosos e mais grave ainda estudos que mandam fechar serviços básicos para a população como escolas, hospitais etc.
Agora digam-me lá por muito que se goste do Sr. José Sócrates temos que estar de pé atrás, até porque se mentiu nas suas qualificações académicas não foi a primeira vez, é que, na campanha eleitoral não disse que ia atacar a função publica, subir impostos, pelo o contrario prometeu baixar impostos, desemprego, etc.
Só há uma coisa que o Sr Primeiro Ministro faz bem é iludir a maioria dos Portugueses que Ainda confiam nele através de afirmações como “temos que ser rigorosos e não podemos facilitar” que pelos vistos é só para o povo porque ele segundo os Jornais manda os exames por correio.
Imaginem que este teatro todo se passava com um Primeiro Ministro do P S D já tinha caído o Carmo e a Tridade.
O Povo só tem o que merece.
Acessos a Edifícios


Fui abordado um destes dias no local onde costumo tomar café por uma pessoa que reclamava a inexistência de rampa de acesso para cadeira de bebes no edifício da Santa Casa da Misericórdia onde funciona um Infantário.
Sou sincero que ao tempo que frequento o estabelecimento mesmo em frente nunca me tinha apercebido de tal incomodo para os pais que ali vão deixar os seus filhos.
Neste caso não seria difícil nem muito custoso fazer uma rampa transformando a escadaria vista na foto.
É pena não ser o único edifício que presta serviço público tanto para crianças como para deficientes com tais deficiências de construção.
Fica esta chamada de atenção para que se procure resolver as situações já existentes e precaver que não se repitam em futuras obras das mesmas características.
Red Bull Race
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Licenciatura do primeiro-ministro
Noticia tirada do Expresso on-line


Estavam prometidas revelações "bombásticas" mas pouco ou nada foi acrescentado ao caso da licenciatura de José Sócrates, durante a conferência de imprensa convocada pela Universidade Independente.
Inácio Rosa/Lusa
"A data de conclusão da licenciatura [de José Sócrates] é 8 de Setembro de 1996", afirmou Lúcio Pimentel
O primeiro-ministro, José Sócrates, concluiu a licenciatura em Engenharia Civil a 8 de Setembro de 1996, um domingo, tal como noticiou o Expresso na sua edição de 31 de Março último, garantiu hoje o presidente da Sides em conferência de imprensa.
"A data de conclusão da licenciatura é 8 de Setembro de 1996, tal como consta do processo individual de que dispomos", afirmou Lúcio Pimentel, presidente da Sides.
Questionado sobre o certificado de habilitações enviado por Sócrates à Câmara da Covilhã e que indica 8 de Agosto de 1996 como a data de conclusão da licenciatura, Lúcio Pimentel afirmou que tal documento não consta do processo do aluno José Sócrates, do qual a universidade entregou cópias aos jornalistas.
“Fomos surpreendidos com elementos que não tínhamos na nossa posse, nomeadamente um certificado com data incorrecta”, afirmou o presidente da Sides.
De acordo com a mesma fonte, o processo em causa é constituído por quatro pautas que à data foram afixadas publicamente e ainda pelo exercício da disciplina de Inglês Técnico, ontem divulgado pelo Expresso. “Admitimos que existam outros elementos de avaliação mas não constam do processo do aluno José Sócrates. Normalmente nem constariam deste processo porque estão noutros arquivos”, explicou Lúcio Pimentel.
A conferência de imprensa para a qual a Independente anunciou revelações “bombásticas” acabou assim por pouco ou nada acrescentar ao caso de licenciatura do primeiro-ministro.
"A data de conclusão da licenciatura [de José Sócrates] é 8 de Setembro de 1996", afirmou Lúcio Pimentel
O primeiro-ministro, José Sócrates, concluiu a licenciatura em Engenharia Civil a 8 de Setembro de 1996, um domingo, tal como noticiou o Expresso na sua edição de 31 de Março último, garantiu hoje o presidente da Sides em conferência de imprensa.
"A data de conclusão da licenciatura é 8 de Setembro de 1996, tal como consta do processo individual de que dispomos", afirmou Lúcio Pimentel, presidente da Sides.
Questionado sobre o certificado de habilitações enviado por Sócrates à Câmara da Covilhã e que indica 8 de Agosto de 1996 como a data de conclusão da licenciatura, Lúcio Pimentel afirmou que tal documento não consta do processo do aluno José Sócrates, do qual a universidade entregou cópias aos jornalistas.
“Fomos surpreendidos com elementos que não tínhamos na nossa posse, nomeadamente um certificado com data incorrecta”, afirmou o presidente da Sides.
De acordo com a mesma fonte, o processo em causa é constituído por quatro pautas que à data foram afixadas publicamente e ainda pelo exercício da disciplina de Inglês Técnico, ontem divulgado pelo Expresso. “Admitimos que existam outros elementos de avaliação mas não constam do processo do aluno José Sócrates. Normalmente nem constariam deste processo porque estão noutros arquivos”, explicou Lúcio Pimentel.
A conferência de imprensa para a qual a Independente anunciou revelações “bombásticas” acabou assim por pouco ou nada acrescentar ao caso de licenciatura do primeiro-ministro.
GEPI contratou pai de Sócrates para fiscalizar obras da Conegil
Noticia retirada do Jornal Publico
18.04.2007, José António Cerejo
Quando era dirigido pelo professor Morais da UnI, o gabinete do MAI entregou a Fernando Pinto de Sousa a fiscalização de empreitadas públicas
Assinatura de Pinto de Sousa numa carta dirigida ao GEPI acerca do seu trabalho como fiscal da obra de Castelo Branco a O Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do Ministério da Administração Interna (GEPI) entregou ao arquitecto Fernando Pinto de Sousa a fiscalização de, pelo menos, uma grande empreitada. A contratação daquele arquitecto, que é pai de José Sócrates, foi feita em 1999 por decisão de António Morais - o ex-professor do primeiro-ministro na Universidade Independente (UnI) e então responsável por todas as obras das forças de segurança e serviços do MAI.Entregue à Conegil em 1999, a construção do quartel da GNR de Castelo Branco foi uma das dezenas de empreitadas que o GEPI adjudicou àquela empresa do grupo HLC (do empresário da Covilhã Horácio Luís de Carvalho) enquanto António Morais esteve à frente do gabinete, entre 1996 e 2002. Nesse mesmo período, o próprio Morais, cujas funções estavam equiparadas a director-geral, trabalhou ilegalmente como consultor do grupo HLC em projectos no estrangeiro.Para assegurar o cumprimento do contrato relativo ao quartel de Castelo Branco, o GEPI contratou o arquitecto Fernando Pinto de Sousa, da Covilhã. Questionado sobre o número de encomendas que recebeu do GEPI, além da de Castelo Branco, o arquitecto recusou-se ontem a responder. "Estou a trabalhar, não posso falar sobre isso", afirmou ao telefone. O PÚBLICO perguntou também ao MAI que outros trabalhos foram adjudicados pelo GEPI ao mesmo fiscal, mas até ao fecho desta edição não obteve resposta.Contrariamente à aquisição de serviços, nomeadamente de fiscalização, que era habitualmente feita a empresas e profissionais escolhidos por António Morais após consulta a dois ou mais fornecedores, as empreitadas, tal como a lei exige, eram sujeitas a concurso público. Mas, tanto num caso como no outro, os procedimentos utilizados pelo GEPI foram severamente condenados em 2002 pela Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) e pelo Tribunal de Contas. A IGAI, então dirigida pelo procurador-geral adjunto Maximiano Rodrigues, detectou numerosas irregularidades e ilegalidades em matéria de concursos e salientou o facto de o GEPI não ter localizado importantes documentos solicitados pelos inspectores, entre os quais os que provavam a realização de consultas obrigatórias a vários fornecedores de serviços. O Tribunal de Contas, por seu lado, salientou a "centralização" dos procedimentos contratuais do GEPI "na pessoa do director" e a inexistência de um sistema de controlo interno que permita avaliar os procedimentos contratuais.Milhões de euros de dívidasContratada pelo valor de 558 mil contos (2,8 milhões de euros), a construção do quartel da GNR foi uma das oito empreitadas do GEPI que a Conegil abandonou em 2001, dois anos antes de a sua falência ser declarada pelo tribunal. Por acabar ficaram igualmente, além de muitas obras camarárias e de outros ministérios, os quartéis da GNR de Beringel, Santiago do Cacém, São João da Talha, Riba de Ave e Caneças e ainda as esquadras da PSP de Cascais e do aeroporto de Faro. Já em 2003, o Ministério Público reclamou créditos do GEPI, no âmbito do processo de falência da empresa onde se encontram documentos assinados pelo fiscal Fernando Pinto de Sousa, que ascendem a cerca de 1,6 milhões de euros. Trata-se de adiantamentos feitos para trabalhos não executados nas oito obras inacabadas - só no caso de Castelo Branco foram 349 mil euros - e de custos relativos à correcção de deficiências deixadas nos quartéis da GNR de Oliveira de Azeméis, Izeda, Torrão, Cabeceiras de Basto, Vinhais e Queluz (Escola Prática).Para lá do GEPI, os credores da Conegil contam-se por muitas dezenas, com destaque para os inúmeros subempreiteiros de todo o país que executavam as obras por sua conta e perderam vários milhões de euros. Os mais importantes, porém, são instituições financeiras com créditos de cerca de oito milhões de euros.O capital da Conegil era partilhado por empresas de Horácio Luís de Carvalho e de Carlos Manuel Santos Silva (um outro empresário da Covilhã, que o PÚBLICO ontem identificou, por lapso, como José Manuel Santos Silva).O primeiro registou diversas outras falências no grupo e centrou a sua actividade no Brasil. O segundo continua a ter grandes interesses em importantes empresas de obras públicas como a Constrope e a Congevia. Na área dos projectos controla a Oficina de Engenheiros e a Proengel, onde tem trabalhos em comum com a GEASM, uma das empresas de António Morais.
18.04.2007, José António Cerejo
Quando era dirigido pelo professor Morais da UnI, o gabinete do MAI entregou a Fernando Pinto de Sousa a fiscalização de empreitadas públicas
Assinatura de Pinto de Sousa numa carta dirigida ao GEPI acerca do seu trabalho como fiscal da obra de Castelo Branco a O Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do Ministério da Administração Interna (GEPI) entregou ao arquitecto Fernando Pinto de Sousa a fiscalização de, pelo menos, uma grande empreitada. A contratação daquele arquitecto, que é pai de José Sócrates, foi feita em 1999 por decisão de António Morais - o ex-professor do primeiro-ministro na Universidade Independente (UnI) e então responsável por todas as obras das forças de segurança e serviços do MAI.Entregue à Conegil em 1999, a construção do quartel da GNR de Castelo Branco foi uma das dezenas de empreitadas que o GEPI adjudicou àquela empresa do grupo HLC (do empresário da Covilhã Horácio Luís de Carvalho) enquanto António Morais esteve à frente do gabinete, entre 1996 e 2002. Nesse mesmo período, o próprio Morais, cujas funções estavam equiparadas a director-geral, trabalhou ilegalmente como consultor do grupo HLC em projectos no estrangeiro.Para assegurar o cumprimento do contrato relativo ao quartel de Castelo Branco, o GEPI contratou o arquitecto Fernando Pinto de Sousa, da Covilhã. Questionado sobre o número de encomendas que recebeu do GEPI, além da de Castelo Branco, o arquitecto recusou-se ontem a responder. "Estou a trabalhar, não posso falar sobre isso", afirmou ao telefone. O PÚBLICO perguntou também ao MAI que outros trabalhos foram adjudicados pelo GEPI ao mesmo fiscal, mas até ao fecho desta edição não obteve resposta.Contrariamente à aquisição de serviços, nomeadamente de fiscalização, que era habitualmente feita a empresas e profissionais escolhidos por António Morais após consulta a dois ou mais fornecedores, as empreitadas, tal como a lei exige, eram sujeitas a concurso público. Mas, tanto num caso como no outro, os procedimentos utilizados pelo GEPI foram severamente condenados em 2002 pela Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) e pelo Tribunal de Contas. A IGAI, então dirigida pelo procurador-geral adjunto Maximiano Rodrigues, detectou numerosas irregularidades e ilegalidades em matéria de concursos e salientou o facto de o GEPI não ter localizado importantes documentos solicitados pelos inspectores, entre os quais os que provavam a realização de consultas obrigatórias a vários fornecedores de serviços. O Tribunal de Contas, por seu lado, salientou a "centralização" dos procedimentos contratuais do GEPI "na pessoa do director" e a inexistência de um sistema de controlo interno que permita avaliar os procedimentos contratuais.Milhões de euros de dívidasContratada pelo valor de 558 mil contos (2,8 milhões de euros), a construção do quartel da GNR foi uma das oito empreitadas do GEPI que a Conegil abandonou em 2001, dois anos antes de a sua falência ser declarada pelo tribunal. Por acabar ficaram igualmente, além de muitas obras camarárias e de outros ministérios, os quartéis da GNR de Beringel, Santiago do Cacém, São João da Talha, Riba de Ave e Caneças e ainda as esquadras da PSP de Cascais e do aeroporto de Faro. Já em 2003, o Ministério Público reclamou créditos do GEPI, no âmbito do processo de falência da empresa onde se encontram documentos assinados pelo fiscal Fernando Pinto de Sousa, que ascendem a cerca de 1,6 milhões de euros. Trata-se de adiantamentos feitos para trabalhos não executados nas oito obras inacabadas - só no caso de Castelo Branco foram 349 mil euros - e de custos relativos à correcção de deficiências deixadas nos quartéis da GNR de Oliveira de Azeméis, Izeda, Torrão, Cabeceiras de Basto, Vinhais e Queluz (Escola Prática).Para lá do GEPI, os credores da Conegil contam-se por muitas dezenas, com destaque para os inúmeros subempreiteiros de todo o país que executavam as obras por sua conta e perderam vários milhões de euros. Os mais importantes, porém, são instituições financeiras com créditos de cerca de oito milhões de euros.O capital da Conegil era partilhado por empresas de Horácio Luís de Carvalho e de Carlos Manuel Santos Silva (um outro empresário da Covilhã, que o PÚBLICO ontem identificou, por lapso, como José Manuel Santos Silva).O primeiro registou diversas outras falências no grupo e centrou a sua actividade no Brasil. O segundo continua a ter grandes interesses em importantes empresas de obras públicas como a Constrope e a Congevia. Na área dos projectos controla a Oficina de Engenheiros e a Proengel, onde tem trabalhos em comum com a GEASM, uma das empresas de António Morais.
domingo, 15 de abril de 2007
Karate
Recebido por email.A ASKBI - Associação Shotokan Karate-Do Beira Interior, vem por este meio convidar V.Exas a participar no 1º Campeonato Nacional "Vila de Belmonte" (todos os escalões etários) que se realizará no próximo dia 28 de Abril de 2007 no Pavilhão Gimnodesportivo de Belmonte .
Qualquer informação deve ser pedida para mailto:jose.ilharco@gmail.com, pelo número 964 520 571 ou pelo Fax 275 085 498.
O nosso muito obrigado.
O Presidente da Direcção
José Ilharco
Morte do Comboio

Hoje vou insistir no tema da Estação do Caminho-de-ferro porque acho uma infra-estrutura de primeira necessidade para a Covilhã e para o Pais.
Mas os nossos iluminados governantes dos vários Governos que por lá têm passado assim não o entendem.
Vou então apelar ao Governo actual mais uma vez que mude para o rumo que eu acho certo, ajudar a desenvolver o Interior para que haja mais igualdade.
O desenvolvimento quanto a mim não se consegue a deixar morrer o caminho de ferro nas linhas do interior, mas sim renovando linhas e estações para que nelas possam circular comboios tipo pendular que já oferece um nível de velocidade muito bom para um Pais tão pequeno como Portugal.
Estamos numa altura em que tanto se fala em poupar energia, ate parece que o comboio não é um meio de transporte económico em relação a muitos outros.
Será que haverá empresas de transporte rodoviário a patrocinar o desmantelamento do nosso caminho-de-ferro?
O que eu sei é que nos Países mais desenvolvidos da Europa e não só o comboio é um meio de transporte a que dedicam muita atenção.
Por estas razões sou também contra o T G V pois só vai servir os mesmos de sempre até em termos de preço não é para o bolso de qualquer Português que precise de viajar.
E se continuar assim os salários dos trabalhadores congelados para que os Srs. Do governo façam estas obras megalómanas que só servem uma pequena fatia da população, o resto vai ter que andar a pé e de sapatos rotos.
Mas os nossos iluminados governantes dos vários Governos que por lá têm passado assim não o entendem.
Vou então apelar ao Governo actual mais uma vez que mude para o rumo que eu acho certo, ajudar a desenvolver o Interior para que haja mais igualdade.
O desenvolvimento quanto a mim não se consegue a deixar morrer o caminho de ferro nas linhas do interior, mas sim renovando linhas e estações para que nelas possam circular comboios tipo pendular que já oferece um nível de velocidade muito bom para um Pais tão pequeno como Portugal.
Estamos numa altura em que tanto se fala em poupar energia, ate parece que o comboio não é um meio de transporte económico em relação a muitos outros.
Será que haverá empresas de transporte rodoviário a patrocinar o desmantelamento do nosso caminho-de-ferro?
O que eu sei é que nos Países mais desenvolvidos da Europa e não só o comboio é um meio de transporte a que dedicam muita atenção.
Por estas razões sou também contra o T G V pois só vai servir os mesmos de sempre até em termos de preço não é para o bolso de qualquer Português que precise de viajar.
E se continuar assim os salários dos trabalhadores congelados para que os Srs. Do governo façam estas obras megalómanas que só servem uma pequena fatia da população, o resto vai ter que andar a pé e de sapatos rotos.
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