domingo, 13 de maio de 2007
sábado, 12 de maio de 2007
Onde está a TV?
Aí está mais um bom investimento no desporto jovem, parabéns a todas as entidade que colaboram em mais esta organização.
Mas será que desta vez temos direito a transmissão televisiva nem que seja no canal 2?
Não acredito antes era porque a Covilhã estava longe de tudo e agora?
Se andassem por exemplo 2 Policias á estalada talvez tivesse-mos por não só a R T P como vários meios de informação.
É assim que se dá voz ao interior neste Pais que cada vez parece mais de 3º. Mundo do que um membro da Europa desenvolvida.
Torcer a Orelha
Pois é parece que o abandono escolar tem vindo a crescer nos últimos tempos.
De quem será a culpa?
Será que os programas de ensino estarão adequados e suficientemente atractivos para que os alunos se possam interessar pelo o estudo e não para o abandonar?
Os Professores estão a ensinar a matéria para a qual estão qualificados?
O ensino hoje é atractivo como profissão? Se assim não for o Professor também não pode desenvolver bem a sua tarefa.
Será que o aluno hoje ao ver exemplos como o de alguns políticos não se interrogam qual a razão por que eles têm de estudar e a outros dá os cursos sem sequer ir á Universidade.
Para os alunos que andam a pensar em abandonar vou contar-lhes o seguinte:
Um dia destes quando estava numa das minhas esperas a que a minha profissão de motorista me obriga, uma Sra. que faz limpeza por ali perguntou-me “então está de castigo?” ao que respondi é a vida.
Fiquei então a pensar no que os meus Pais me diziam quando eu estudava, “filho estuda que o bem é para ti “ pois é mas eu queria ter um dinheirinho e á primeira oportunidade fui estudar de noite e trabalhar de dia, depois abandonei de vez os estudos.
É certo que tenho trabalho e hoje em dia já é uma sorte mas se tivesse seguido o caminho que os meus Pais me indicavam hoje não estaria de castigo a tal ponto de as outras pessoas darem conta do meu mal-estar.
Pensem nisto, nunca abandonem os estudos de ânimo leve.
E os Srs. do governo era bom que também pensassem em fazer da educação em Portugal uma educação atractiva para quem estuda e para quem ensina de modo a que possamos vir a ser um Pais com pessoas bem formadas logo mais produtivas.
Ou passaremos a vida a Torcer a Orelha………
De quem será a culpa?
Será que os programas de ensino estarão adequados e suficientemente atractivos para que os alunos se possam interessar pelo o estudo e não para o abandonar?
Os Professores estão a ensinar a matéria para a qual estão qualificados?
O ensino hoje é atractivo como profissão? Se assim não for o Professor também não pode desenvolver bem a sua tarefa.
Será que o aluno hoje ao ver exemplos como o de alguns políticos não se interrogam qual a razão por que eles têm de estudar e a outros dá os cursos sem sequer ir á Universidade.
Para os alunos que andam a pensar em abandonar vou contar-lhes o seguinte:
Um dia destes quando estava numa das minhas esperas a que a minha profissão de motorista me obriga, uma Sra. que faz limpeza por ali perguntou-me “então está de castigo?” ao que respondi é a vida.
Fiquei então a pensar no que os meus Pais me diziam quando eu estudava, “filho estuda que o bem é para ti “ pois é mas eu queria ter um dinheirinho e á primeira oportunidade fui estudar de noite e trabalhar de dia, depois abandonei de vez os estudos.
É certo que tenho trabalho e hoje em dia já é uma sorte mas se tivesse seguido o caminho que os meus Pais me indicavam hoje não estaria de castigo a tal ponto de as outras pessoas darem conta do meu mal-estar.
Pensem nisto, nunca abandonem os estudos de ânimo leve.
E os Srs. do governo era bom que também pensassem em fazer da educação em Portugal uma educação atractiva para quem estuda e para quem ensina de modo a que possamos vir a ser um Pais com pessoas bem formadas logo mais produtivas.
Ou passaremos a vida a Torcer a Orelha………
sexta-feira, 11 de maio de 2007
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domingo, 6 de maio de 2007
Grande Jardim

Os meus parabéns companheiro Alberto João.
Nunca tive dúvidas de que iria ganhar, tenho pena de que o Pais não tenha mais homens como o Sr. Que todo critica por terem se calhar alguma inveja de quem sabe defender o povo que o elege.
Os Srs. que o apelidam de ditador tiveram mais uma vez oportunidade de demonstrar que o Sr. Não presta mas a resposta do povo foi exactamente de dizer o contrario que dinheiro que vai para a Madeira tem sido gasto em beneficio do povo coisa que no continente não tem sido tanto assim a avaliar pelas sucessivas mudanças de governos e cada vez estamos pior.
Nunca tive dúvidas de que iria ganhar, tenho pena de que o Pais não tenha mais homens como o Sr. Que todo critica por terem se calhar alguma inveja de quem sabe defender o povo que o elege.
Os Srs. que o apelidam de ditador tiveram mais uma vez oportunidade de demonstrar que o Sr. Não presta mas a resposta do povo foi exactamente de dizer o contrario que dinheiro que vai para a Madeira tem sido gasto em beneficio do povo coisa que no continente não tem sido tanto assim a avaliar pelas sucessivas mudanças de governos e cada vez estamos pior.
Dia da Mãe
Câmara de Lisboa

Muitos de vocês já deviam estar-se a perguntar, mas afinal este não diz nada sobre a Câmara de Lisboa?
Então ai vai aço.
1- Marques Mendes fez o que tinha que fazer, em minha opinião um pouco tarde.
2- Carmona Rodrigues agiu como qualquer outro cidadão, ele está arguido mas não condenado.
Aqui acho que todos estaremos mais ou menos de acordo, vamos ao resto.
Acho estranho a altura escolhida para que Carmona fosse ao D I A P coincida na semana anterior as eleições na Madeira, até porque deste caso do Braga Parques já se fala á séculos.
Sabem enquanto se lava a roupa suja em Lisboa a grande vitória que Alberto João vai conseguir na Madeira é minimizada.
Logo que Marques Mendes disse que queria eleições para a Câmara, logo vieram muitos Srs. dizer que a Assembleia municipal também tinha que cair.
São estes Srs. democratas?
É claro que não, não são os mesmos que dizem que o povo é que mais ordena?
Então porque deitar a baixo um órgão que foi eleito democraticamente e sobre ele não pesam nenhumas ilegalidades que se saiba.
Por acaso em Lisboa as eleições Autárquicas não funcionam da mesma maneira que no resto do Pais?
Que eu saiba em todo lado temos boletins de voto diferentes para cada uma das instituições.
Sejam democratas alguma vez na vida, e vão ver que se sentem melhor.
E o que mais me irrita é estes que agora acusam o P S D de falta de ética são os mesmos que apenas a alguns dias andavam a tentar esconder inclusivamente com pressões á comunicação social que o seu líder não tinha ética nenhuma pois quem apregoa por ai ao sacrifício e á verdade Mente no seu grau Académico se é que tem grau académico, e se tem ficou provado por vários artigos que não foi com muito sacrifício.
Ainda resta saber a celebre folha A4 foi escrita por ele porque quem mente uma vez……………..
Desculpem comecei por falar na Câmara de Lisboa mas a Politica esta tão cheia de porcaria que é difícil não falar nela.
Então ai vai aço.
1- Marques Mendes fez o que tinha que fazer, em minha opinião um pouco tarde.
2- Carmona Rodrigues agiu como qualquer outro cidadão, ele está arguido mas não condenado.
Aqui acho que todos estaremos mais ou menos de acordo, vamos ao resto.
Acho estranho a altura escolhida para que Carmona fosse ao D I A P coincida na semana anterior as eleições na Madeira, até porque deste caso do Braga Parques já se fala á séculos.
Sabem enquanto se lava a roupa suja em Lisboa a grande vitória que Alberto João vai conseguir na Madeira é minimizada.
Logo que Marques Mendes disse que queria eleições para a Câmara, logo vieram muitos Srs. dizer que a Assembleia municipal também tinha que cair.
São estes Srs. democratas?
É claro que não, não são os mesmos que dizem que o povo é que mais ordena?
Então porque deitar a baixo um órgão que foi eleito democraticamente e sobre ele não pesam nenhumas ilegalidades que se saiba.
Por acaso em Lisboa as eleições Autárquicas não funcionam da mesma maneira que no resto do Pais?
Que eu saiba em todo lado temos boletins de voto diferentes para cada uma das instituições.
Sejam democratas alguma vez na vida, e vão ver que se sentem melhor.
E o que mais me irrita é estes que agora acusam o P S D de falta de ética são os mesmos que apenas a alguns dias andavam a tentar esconder inclusivamente com pressões á comunicação social que o seu líder não tinha ética nenhuma pois quem apregoa por ai ao sacrifício e á verdade Mente no seu grau Académico se é que tem grau académico, e se tem ficou provado por vários artigos que não foi com muito sacrifício.
Ainda resta saber a celebre folha A4 foi escrita por ele porque quem mente uma vez……………..
Desculpem comecei por falar na Câmara de Lisboa mas a Politica esta tão cheia de porcaria que é difícil não falar nela.
sábado, 5 de maio de 2007
Força Doutor
Pequenas coisas.
Bênção das Pastas

Decorreu hoje no monumento de Nossa Senhora da Conceição mais uma Bênção das Pastas com 700 finalistas.
Ficam aqui desde já os meus Parabéns e espero que nunca se esqueçam da cidade da Covilhã.
Deixem que lhes diga que deve ser uma alegria maior chegar a este dia depois de tanto sacrifício do que ter um curso dado a um Domingo.
Quero também Felicitar o Sr. Bispo da Guarda que presidiu ás cerimonias onde a Homilia foi do mais actual, alertando os finalistas que ali se encontravam para que na sua vida profissional que agora começa não sigam o caminho só da realização material e esqueçam os outros lados da vida como a solidariedade etc.
Alertou para o facto de os que assim fazem estão a levar a que haja cada vez mais pobres cada vez mais ricos, deixando assim de haver um equilíbrio saudável na nossa sociedade.
E agora digo eu com a mentalidade dos políticos que temos em todos os quadrantes e instituições acham que vamos a algum lado que não seja o fundo?
Ficam aqui desde já os meus Parabéns e espero que nunca se esqueçam da cidade da Covilhã.
Deixem que lhes diga que deve ser uma alegria maior chegar a este dia depois de tanto sacrifício do que ter um curso dado a um Domingo.
Quero também Felicitar o Sr. Bispo da Guarda que presidiu ás cerimonias onde a Homilia foi do mais actual, alertando os finalistas que ali se encontravam para que na sua vida profissional que agora começa não sigam o caminho só da realização material e esqueçam os outros lados da vida como a solidariedade etc.
Alertou para o facto de os que assim fazem estão a levar a que haja cada vez mais pobres cada vez mais ricos, deixando assim de haver um equilíbrio saudável na nossa sociedade.
E agora digo eu com a mentalidade dos políticos que temos em todos os quadrantes e instituições acham que vamos a algum lado que não seja o fundo?
Pequeno erro.
sexta-feira, 4 de maio de 2007
No melhor pano cai a nodoa



É de louvar o arranjo das ruas do centro da cidade a Câmara esta de parabéns.
Mas no melhor pano cai a nódoa.
Na rua dos Bombeiros Voluntários nem técnicos nem projectistas nem ficais ninguém se lembrou que a rua era para levar estacionamento e assim desviar as lajes centrais para o eixo da via de maneira a não serem partidas pelos veículos com se pode ver na foto.
O Pais não esta tão rico para que se possam andar a substituir coisas caras por falta de atenção ou por burrice de alguns.
terça-feira, 1 de maio de 2007
Bombas na Net
"Noticia retirada do Correio da manha"
Há jovens que estão a fazer bombas artesanais recorrendo a conhecimentos obtidos na internet. A Polícia Judiciária de Coimbra anunciou ontem que identificou seis estudantes, com idades entre os 15 e 17 anos, que, a partir de sites da net, fabricaram duas bombas que fizeram explodir na Figueira da Foz e na Covilhã. Num dos casos, uma jovem sofreu ferimentos graves num ouvido
A mãe de uma menina de cinco anos testemunhou à Lusa um outro “ataque” que aconteceu em 2006 na Figueira da Foz. Maria João Almeida viu sete jovens atirar uma garrafa de uma janela: “rebentou no chão como um ‘cocktail molotov’”. A bomba quase atingiu a filha. Maria diz que assistiu a mais duas explosões e que identificou três adolescentes à PSP e à PJ.Segundo fonte policial, os jovens recorreram a páginas da internet estrangeiras para obter os conhecimentos. “Os engenhos são de fácil fabrico e os materiais – ácido clorídrico e alumínio – estão acessíveis a qualquer pessoa.” Nos últimos dois anos, a PJ registou dez casos semelhantes.Os dois últimos, alvo de uma investigação conduzida pelo Laboratório da Polícia Científica, verificaram-se em Junho e Outubro do ano passado. Na Figueira da Foz, quatro jovens fabricaram a bomba e fizeram-na explodir numa zona residencial da freguesia de Tavarede, pondo em risco a integridade física de uma jovem. Consequências mais graves teve o rebentamento ocorrido, em Outubro de 2006, na escola secundária Frei Heitor Pinto, na Covilhã. Dois jovens “queriam experimentar” o engenho explosivo e colocaram-no num contentor de lixo . A ‘brincadeira’ ia acabando em tragédia - uma jovem, sentou-se perto do local e foi surpreendida pelo rebentamento. “A explosão foi violenta e rebentou com o tímpano esquerdo da estudante”, acrescentou fonte da PJ. A Directoria da Polícia Judiciária de Coimbra concluiu a investigação destes dois casos e encaminhou os processos para os tribunais judiciais da Figueira da Foz e Covilhã. Os jovens confessaram aprendido a fazer as bombas na net. Quatro têm mais de 16 anos e ficaram com termo de identidade e residência.
GARRAFA COM ÁCIDO E ALUMÍNIONos casos ontem divulgados pela Polícia Judiciária, os jovens não tiveram grande dificuldade em adquirir os materiais necessários para o fabrico das bombas. Arranjaram uma garrafa de plástico de refrigerante, colocaram-lhe ácido clorídrico e alumínio e puseram-lhe a rolha. A mistura daquele ácido com folha de alumínio produz uma reacção química explosiva capaz de, além de provocar um forte estrondo, espalhar fragmentos em redor de vários metros. “Estes engenhos são muito perigosos porque nunca se sabe quando rebentam. Geralmente, a explosão é muito violenta”, alertou um investigador da PJ, salientando o facto de os jovens que as fazem também correrem “sérios riscos”.
A Polícia Judiciária está preocupada com aquilo que considera “as influências negativas” da internet. Neste caso, a situação é ainda mais grave porque alguns sites, além de explicar ao pormenor como se constrói uma bomba, mostram vídeos do rebentamento dos engenhos. As autoridades têm grandes dificuldades identificar os autores dos sites e acabar com eles “porque são estrangeiros e aparecem e desaparecem com grande facilidade”, disse fonte da Polícia Judiciária.
PORMENORESDEZ EXPLOSÕESA PJ de Coimbra refere que na Região Centro, nos últimos dois anos se registaram dez casos de explosões de bombas caseiras.
INVESTIGAÇÃOA PJ investiga a origem dos sites que explicam o fabrico de bombas. Mas eles aparecem e desaparecem da rede, o que dificulta a investigação
.NOMES SUGESTIVOS‘Como fazer bombas caseiras’, ‘Bombshock’ ou ‘Anarchist Cookbook’ são nomes de sites com informações perigosas.
CRIMEO Código Penal diz que o crime de explosão, caso o perigo seja criado por negligência, pode ser punido com pena de um a oito anos de prisão.
SENSIBILIZAÇÃOA PJ apela aos pais para estarem “atentos” e explicarem aos menores os perigos da net.
Há jovens que estão a fazer bombas artesanais recorrendo a conhecimentos obtidos na internet. A Polícia Judiciária de Coimbra anunciou ontem que identificou seis estudantes, com idades entre os 15 e 17 anos, que, a partir de sites da net, fabricaram duas bombas que fizeram explodir na Figueira da Foz e na Covilhã. Num dos casos, uma jovem sofreu ferimentos graves num ouvido
A mãe de uma menina de cinco anos testemunhou à Lusa um outro “ataque” que aconteceu em 2006 na Figueira da Foz. Maria João Almeida viu sete jovens atirar uma garrafa de uma janela: “rebentou no chão como um ‘cocktail molotov’”. A bomba quase atingiu a filha. Maria diz que assistiu a mais duas explosões e que identificou três adolescentes à PSP e à PJ.Segundo fonte policial, os jovens recorreram a páginas da internet estrangeiras para obter os conhecimentos. “Os engenhos são de fácil fabrico e os materiais – ácido clorídrico e alumínio – estão acessíveis a qualquer pessoa.” Nos últimos dois anos, a PJ registou dez casos semelhantes.Os dois últimos, alvo de uma investigação conduzida pelo Laboratório da Polícia Científica, verificaram-se em Junho e Outubro do ano passado. Na Figueira da Foz, quatro jovens fabricaram a bomba e fizeram-na explodir numa zona residencial da freguesia de Tavarede, pondo em risco a integridade física de uma jovem. Consequências mais graves teve o rebentamento ocorrido, em Outubro de 2006, na escola secundária Frei Heitor Pinto, na Covilhã. Dois jovens “queriam experimentar” o engenho explosivo e colocaram-no num contentor de lixo . A ‘brincadeira’ ia acabando em tragédia - uma jovem, sentou-se perto do local e foi surpreendida pelo rebentamento. “A explosão foi violenta e rebentou com o tímpano esquerdo da estudante”, acrescentou fonte da PJ. A Directoria da Polícia Judiciária de Coimbra concluiu a investigação destes dois casos e encaminhou os processos para os tribunais judiciais da Figueira da Foz e Covilhã. Os jovens confessaram aprendido a fazer as bombas na net. Quatro têm mais de 16 anos e ficaram com termo de identidade e residência.
GARRAFA COM ÁCIDO E ALUMÍNIONos casos ontem divulgados pela Polícia Judiciária, os jovens não tiveram grande dificuldade em adquirir os materiais necessários para o fabrico das bombas. Arranjaram uma garrafa de plástico de refrigerante, colocaram-lhe ácido clorídrico e alumínio e puseram-lhe a rolha. A mistura daquele ácido com folha de alumínio produz uma reacção química explosiva capaz de, além de provocar um forte estrondo, espalhar fragmentos em redor de vários metros. “Estes engenhos são muito perigosos porque nunca se sabe quando rebentam. Geralmente, a explosão é muito violenta”, alertou um investigador da PJ, salientando o facto de os jovens que as fazem também correrem “sérios riscos”.
A Polícia Judiciária está preocupada com aquilo que considera “as influências negativas” da internet. Neste caso, a situação é ainda mais grave porque alguns sites, além de explicar ao pormenor como se constrói uma bomba, mostram vídeos do rebentamento dos engenhos. As autoridades têm grandes dificuldades identificar os autores dos sites e acabar com eles “porque são estrangeiros e aparecem e desaparecem com grande facilidade”, disse fonte da Polícia Judiciária.
PORMENORESDEZ EXPLOSÕESA PJ de Coimbra refere que na Região Centro, nos últimos dois anos se registaram dez casos de explosões de bombas caseiras.
INVESTIGAÇÃOA PJ investiga a origem dos sites que explicam o fabrico de bombas. Mas eles aparecem e desaparecem da rede, o que dificulta a investigação
.NOMES SUGESTIVOS‘Como fazer bombas caseiras’, ‘Bombshock’ ou ‘Anarchist Cookbook’ são nomes de sites com informações perigosas.
CRIMEO Código Penal diz que o crime de explosão, caso o perigo seja criado por negligência, pode ser punido com pena de um a oito anos de prisão.
SENSIBILIZAÇÃOA PJ apela aos pais para estarem “atentos” e explicarem aos menores os perigos da net.
Beirute
Noticia Publico

01-05-2007 - 15:51
Che em Beirute Uma militante comunista libanesa participa na manifestação do 1º de Maio, envolta numa bandeira do partido e, na cabeça, uma boina lembrando a usada por Che Guevara. Em todo o mundo, milhões saíram à rua para comemorar o Dia Internacional do Trabalhador, mas em muitos países, manifestantes e polícias voltaram a confrontar-se. Foto: Jamal Saidi/Reuters
Lei do Tabaco
Noticia Sol
"Comerciantes vão ter que denunciar clientes fumadores"
A proposta de lei anti-tabaco a ser discutida na AR poderá obrigar os proprietários dos cafés e restaurantes com menos de cem metros quadrados a denunciar os clientes infractores.
«Só espero que o cliente não se vire contra o comerciante», desabafou o proprietário de um pequeno café na Amadora, que, com a nova lei não só terá de proibir o fumo, como terá de denunciar às autoridades os clientes que se recusem a apagar o cigarro.
Com 80 metros quadrados - menos 20 do que a Proposta de Lei do Governo exige para o incluir nas excepções e com possibilidade de criar um espaço para fumadores, nunca superior a 30 por cento da área total - este café é um dos milhares espalhados por Portugal e que, se a nova lei for aprovada como propõe o Governo, terá de proibir totalmente o fumo.
O proprietário concorda com os propósitos das restrições, mas receia que o cliente fumador não seja assim tão compreensivo e questiona-se: «E se ele, mesmo alertado para a proibição, insistir em fumar?».
Nesses casos, e de acordo com a Proposta de Lei que os deputados irão discutir quarta-feira na generalidade, caberá ao proprietário do estabelecimento (enquanto uma das «entidades públicas ou privadas que tenham a seu cargo os locais a que se refere a presente lei») «chamar as autoridades administrativas ou policiais, as quais devem lavrar o respectivo auto de notícia».
Por seu lado, os restantes utentes dos serviços que defendam o cumprimento da lei e se deparem com a sua infracção, poderão apresentar «queixa por escrito, circunstanciada, usando para o efeito, nomeadamente, o livro de reclamações disponível no estabelecimento em causa».
É este papel de denunciador de um cliente que preocupa este comerciante na Amadora e muitos, muitos mais, que se vêem na iminência de perder clientes e, logo, terem prejuízos avultados.
Quando a proposta de lei foi aprovada em Conselho de Ministros, a 1 de Março deste ano, a Associação de Restauração e Similares de Portugal (ARESP) alertou para «os evidentes prejuízos socio-económicos para os estabelecimentos de restauração e bebidas, e ainda mais, para os espaços de diversão, advenientes da proibição do fumo nestes locais».
Mas foi o período de adaptação dos estabelecimentos comerciais às alterações (um ano) que mais críticas mereceu por parte da ARESP.
Para esta associação, tratou-se de «um retrocesso» do Governo que optou por «deixar cair as posições anteriormente assumidas, decidindo de forma diversa da anunciada, ao reduzir o prazo previsto para adaptação dos quatro anos para, apenas, um ano».
A nova lei, que poderá ser diferente da Proposta de Lei, conforme a sua discussão na Assembleia da República, proíbe o fumo em praticamente todos os espaços fechados.
Dos «locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da administração pública e pessoas colectivas públicas» aos «locais de trabalho», dos «estabelecimentos onde sejam prestados cuidados de saúde, nomeadamente hospitais, clínicas, centros e casas de saúde, consultórios médicos, postos de socorros, laboratórios, farmácias e locais onde se dispensem medicamentos não sujeitos a receita médica» aos «lares e outras instituições que acolham pessoas idosas ou com deficiência ou incapacidade», passando por espaços «destinados a menores de 18 anos, nomeadamente infantários, creches e outros estabelecimentos de assistência infantil, lares de infância e juventude, centros de ocupação de tempos livres, colónias e campos de férias e demais estabelecimentos similares», todos terão de ser transformados em espaços livres de fumo.
A Proposta de Lei preconiza ainda a interdição do fumo «nos estabelecimentos de ensino, independentemente da idade dos alunos e do grau de escolaridade, incluindo, nomeadamente, salas de aula, de estudo, de professores, de reuniões, bibliotecas, ginásios, átrios e corredores, bares, restaurantes, cantinas, refeitórios e espaços de recreio» e «nos museus, colecções visitáveis e locais onde se guardem bens culturais classificados, nos centros culturais, nos arquivos e nas bibliotecas, nas salas de conferência, de leitura e de exposição», assim como «nas salas e recintos de espectáculos e noutros locais destinados à difusão das artes e do espectáculo, incluindo as antecâmaras, acessos e áreas contíguas».
Entre outros espaços, o fumo deverá ser proibido «nos recintos de diversão e recintos destinados a espectáculos de natureza não artística», «nos conjuntos e grandes superfícies comerciais e nos estabelecimentos comerciais de venda ao público» e «nos estabelecimentos hoteleiros e outros empreendimentos turísticos, onde sejam prestados serviços de alojamento».
A Proposta estabelece um conjunto de excepções, entre as quais «áreas exclusivamente destinadas a pacientes fumadores em hospitais psiquiátricos, serviços, centros de tratamento e reabilitação e unidades de internamento de toxicodependentes e de alcoólicos».
Poderão igualmente ser criadas «nos estabelecimentos prisionais, unidades de alojamento, em celas ou camaratas, para reclusos fumadores».
Para quem insistir em fumar nos locais proibidos, a Proposta de Lei definiu um conjunto de contra-ordenações que poderão ser punidas com coimas entre os 50 e os mil euros para o fumador «nos locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da administração pública e pessoas colectivas públicas» e «nos recintos fechados das redes de levantamento automático de dinheiro», bem como para quem fume «nos veículos afectos aos transportes públicos urbanos, suburbanos e interurbanos de passageiros, bem como nos transportes rodoviários, ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais, nos serviços expressos, turísticos e de aluguer, nos táxis, ambulâncias, veículos de transporte de doentes e teleféricos».
A mesma coima poderá ser atribuída a quem fume «fora das áreas ao ar livre ou das áreas para fumadores previstas» nas excepções contempladas na lei.
Coimas de 50 a mil euros poderão ainda ser aplicadas aos «proprietários dos estabelecimentos» (...) que não determinem aos fumadores para se absterem de fumar - se no espaço tal for proibido - e, caso estes não cumpram, não chamem as autoridades administrativas ou policiais para «lavrar o respectivo auto de notícia».
De acordo com a Proposta de Lei, a fiscalização da nova lei compete à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), que será responsável pela «instrução dos processos de contra-ordenação».
Esta Proposta de Lei - que visa «a protecção dos não fumadores da exposição ao fumo passivo» - estabelece «limitações ao consumo de tabaco em espaços fechados e cobertos» e proíbe a publicidade ao tabaco, obriga à utilização de advertências de saúde nas embalagens e preconiza o apoio na cessação tabágica e a informação e educação para a saúde, em particular das crianças e dos jovens.
O diploma proíbe a venda de produtos do tabaco a menores de 18 anos, a sua venda em máquinas de venda automática «que não estejam munidas de um dispositivo electrónico ou outro sistema bloqueador que impeça o seu acesso a menores de 18 anos ou que não estejam localizadas no interior do estabelecimento comercial, de forma a serem visualizadas pelo responsável do estabelecimento» e incentiva a informação do grande público, bem como a educação para a saúde em meio escolar.
Lusa (Sandra Moutinho) / SOL
"Comerciantes vão ter que denunciar clientes fumadores"
A proposta de lei anti-tabaco a ser discutida na AR poderá obrigar os proprietários dos cafés e restaurantes com menos de cem metros quadrados a denunciar os clientes infractores.
«Só espero que o cliente não se vire contra o comerciante», desabafou o proprietário de um pequeno café na Amadora, que, com a nova lei não só terá de proibir o fumo, como terá de denunciar às autoridades os clientes que se recusem a apagar o cigarro.
Com 80 metros quadrados - menos 20 do que a Proposta de Lei do Governo exige para o incluir nas excepções e com possibilidade de criar um espaço para fumadores, nunca superior a 30 por cento da área total - este café é um dos milhares espalhados por Portugal e que, se a nova lei for aprovada como propõe o Governo, terá de proibir totalmente o fumo.
O proprietário concorda com os propósitos das restrições, mas receia que o cliente fumador não seja assim tão compreensivo e questiona-se: «E se ele, mesmo alertado para a proibição, insistir em fumar?».
Nesses casos, e de acordo com a Proposta de Lei que os deputados irão discutir quarta-feira na generalidade, caberá ao proprietário do estabelecimento (enquanto uma das «entidades públicas ou privadas que tenham a seu cargo os locais a que se refere a presente lei») «chamar as autoridades administrativas ou policiais, as quais devem lavrar o respectivo auto de notícia».
Por seu lado, os restantes utentes dos serviços que defendam o cumprimento da lei e se deparem com a sua infracção, poderão apresentar «queixa por escrito, circunstanciada, usando para o efeito, nomeadamente, o livro de reclamações disponível no estabelecimento em causa».
É este papel de denunciador de um cliente que preocupa este comerciante na Amadora e muitos, muitos mais, que se vêem na iminência de perder clientes e, logo, terem prejuízos avultados.
Quando a proposta de lei foi aprovada em Conselho de Ministros, a 1 de Março deste ano, a Associação de Restauração e Similares de Portugal (ARESP) alertou para «os evidentes prejuízos socio-económicos para os estabelecimentos de restauração e bebidas, e ainda mais, para os espaços de diversão, advenientes da proibição do fumo nestes locais».
Mas foi o período de adaptação dos estabelecimentos comerciais às alterações (um ano) que mais críticas mereceu por parte da ARESP.
Para esta associação, tratou-se de «um retrocesso» do Governo que optou por «deixar cair as posições anteriormente assumidas, decidindo de forma diversa da anunciada, ao reduzir o prazo previsto para adaptação dos quatro anos para, apenas, um ano».
A nova lei, que poderá ser diferente da Proposta de Lei, conforme a sua discussão na Assembleia da República, proíbe o fumo em praticamente todos os espaços fechados.
Dos «locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da administração pública e pessoas colectivas públicas» aos «locais de trabalho», dos «estabelecimentos onde sejam prestados cuidados de saúde, nomeadamente hospitais, clínicas, centros e casas de saúde, consultórios médicos, postos de socorros, laboratórios, farmácias e locais onde se dispensem medicamentos não sujeitos a receita médica» aos «lares e outras instituições que acolham pessoas idosas ou com deficiência ou incapacidade», passando por espaços «destinados a menores de 18 anos, nomeadamente infantários, creches e outros estabelecimentos de assistência infantil, lares de infância e juventude, centros de ocupação de tempos livres, colónias e campos de férias e demais estabelecimentos similares», todos terão de ser transformados em espaços livres de fumo.
A Proposta de Lei preconiza ainda a interdição do fumo «nos estabelecimentos de ensino, independentemente da idade dos alunos e do grau de escolaridade, incluindo, nomeadamente, salas de aula, de estudo, de professores, de reuniões, bibliotecas, ginásios, átrios e corredores, bares, restaurantes, cantinas, refeitórios e espaços de recreio» e «nos museus, colecções visitáveis e locais onde se guardem bens culturais classificados, nos centros culturais, nos arquivos e nas bibliotecas, nas salas de conferência, de leitura e de exposição», assim como «nas salas e recintos de espectáculos e noutros locais destinados à difusão das artes e do espectáculo, incluindo as antecâmaras, acessos e áreas contíguas».
Entre outros espaços, o fumo deverá ser proibido «nos recintos de diversão e recintos destinados a espectáculos de natureza não artística», «nos conjuntos e grandes superfícies comerciais e nos estabelecimentos comerciais de venda ao público» e «nos estabelecimentos hoteleiros e outros empreendimentos turísticos, onde sejam prestados serviços de alojamento».
A Proposta estabelece um conjunto de excepções, entre as quais «áreas exclusivamente destinadas a pacientes fumadores em hospitais psiquiátricos, serviços, centros de tratamento e reabilitação e unidades de internamento de toxicodependentes e de alcoólicos».
Poderão igualmente ser criadas «nos estabelecimentos prisionais, unidades de alojamento, em celas ou camaratas, para reclusos fumadores».
Para quem insistir em fumar nos locais proibidos, a Proposta de Lei definiu um conjunto de contra-ordenações que poderão ser punidas com coimas entre os 50 e os mil euros para o fumador «nos locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da administração pública e pessoas colectivas públicas» e «nos recintos fechados das redes de levantamento automático de dinheiro», bem como para quem fume «nos veículos afectos aos transportes públicos urbanos, suburbanos e interurbanos de passageiros, bem como nos transportes rodoviários, ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais, nos serviços expressos, turísticos e de aluguer, nos táxis, ambulâncias, veículos de transporte de doentes e teleféricos».
A mesma coima poderá ser atribuída a quem fume «fora das áreas ao ar livre ou das áreas para fumadores previstas» nas excepções contempladas na lei.
Coimas de 50 a mil euros poderão ainda ser aplicadas aos «proprietários dos estabelecimentos» (...) que não determinem aos fumadores para se absterem de fumar - se no espaço tal for proibido - e, caso estes não cumpram, não chamem as autoridades administrativas ou policiais para «lavrar o respectivo auto de notícia».
De acordo com a Proposta de Lei, a fiscalização da nova lei compete à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), que será responsável pela «instrução dos processos de contra-ordenação».
Esta Proposta de Lei - que visa «a protecção dos não fumadores da exposição ao fumo passivo» - estabelece «limitações ao consumo de tabaco em espaços fechados e cobertos» e proíbe a publicidade ao tabaco, obriga à utilização de advertências de saúde nas embalagens e preconiza o apoio na cessação tabágica e a informação e educação para a saúde, em particular das crianças e dos jovens.
O diploma proíbe a venda de produtos do tabaco a menores de 18 anos, a sua venda em máquinas de venda automática «que não estejam munidas de um dispositivo electrónico ou outro sistema bloqueador que impeça o seu acesso a menores de 18 anos ou que não estejam localizadas no interior do estabelecimento comercial, de forma a serem visualizadas pelo responsável do estabelecimento» e incentiva a informação do grande público, bem como a educação para a saúde em meio escolar.
Lusa (Sandra Moutinho) / SOL
Dia do trabalhador.
Qualquer dia passaremos a chamar ao Dia 1º. De Maio o dia do desempregado ou o dia dos que recebem o rendimento mínimo, da maneira que estamos a ser governados, não deve tardar muito.
Sabem eu acho que os desempregados deveriam fazer serviços cívicos mais leves, até para se sentirem úteis á sociedade.
E todo o cidadão que recebe rendimento mínimo sem nunca ter descontado um chavo para o estado deveria também trabalhar para a comunidade, há por aí muita rua para varrer, muito pinho para plantar e mata para limpar .
Até porque se é cidadão Português para receber sem fazer nenhum também o deve ser contribuindo para que lhe paga.
Os jovens deviam também ser informados quando estudam que nem só os cursos superiores são bons e que há muita profissão considerada de segunda ou de terceira em que se ganha muito mais do que quem tem canudo.
Os nossos governantes devem tomar providencias a muito curto prazo porque as consequências de mas politicas no trabalho e sobretudo na educação são muito graves.
Sabem eu acho que os desempregados deveriam fazer serviços cívicos mais leves, até para se sentirem úteis á sociedade.
E todo o cidadão que recebe rendimento mínimo sem nunca ter descontado um chavo para o estado deveria também trabalhar para a comunidade, há por aí muita rua para varrer, muito pinho para plantar e mata para limpar .
Até porque se é cidadão Português para receber sem fazer nenhum também o deve ser contribuindo para que lhe paga.
Os jovens deviam também ser informados quando estudam que nem só os cursos superiores são bons e que há muita profissão considerada de segunda ou de terceira em que se ganha muito mais do que quem tem canudo.
Os nossos governantes devem tomar providencias a muito curto prazo porque as consequências de mas politicas no trabalho e sobretudo na educação são muito graves.
Noticia do Jornal Sol
1º Campeonato Internacional "Vila de Belmonte"
Exº Senhor:
Agradeciamos que nos publicasse a seguinte notícia.
O 1º Campeonato Internacional "Vila de Belmonte", foi mais um êxito da ASKBI, desta vez com a colaboração da Associação Desportiva de Belmonte e com o patrocínio da Câmara Municipal de Belmonte.
Estiveram presentes no Pavilhão Gimnodesportivo de Belmonte 183 Karatecas.
Este campeonato foi um êxito tanto a nível de realização como em termos desportivos.
Para todos os que participaram na realização deste evento, a ASKBI vem publicamente agradecer.
O Presidente da Direcção.
José Ilharco
Agradeciamos que nos publicasse a seguinte notícia.
O 1º Campeonato Internacional "Vila de Belmonte", foi mais um êxito da ASKBI, desta vez com a colaboração da Associação Desportiva de Belmonte e com o patrocínio da Câmara Municipal de Belmonte.
Estiveram presentes no Pavilhão Gimnodesportivo de Belmonte 183 Karatecas.
Este campeonato foi um êxito tanto a nível de realização como em termos desportivos.
Para todos os que participaram na realização deste evento, a ASKBI vem publicamente agradecer.
O Presidente da Direcção.
José Ilharco
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