domingo, 18 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
O provedor da santa casa da
misericórdia da Covilhã garante que não faz parte dos seus objectivos
ser candidato à presidência da câmara municipal nas eleições autárquicas
do próximo ano. →
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
A Dra. Isabel Jonet esclareceu hoje, na Rádio Renascença, a tão "polémica" entrevista"Vi-me envolvida numa enorme polémica, na sequência de um programa de televisão onde manifestei a minha convicção de que algo tinha de mudar na forma como vivemos.
Farei um resumo do que defendi e lamento se porventura magoei algumas pessoas que não me compreenderam quando disse que tínhamos de mudar o modo com
o
vivemos. Gostaria de começar por esclarecer, se necessário for, que não
estava a falar para os mais pobres, ou a dizer que são os pobres que têm
de se habituar à pobreza. Como gostaria que dela pudessem sair, certa
que para isso é imprescindível crescimento económico. Não tenho medidas
políticas para erradicar a pobreza do mundo; se tivesse, era política; e
não sou. Só faço o que posso numa área específica e com uma forma
concreta. Sou presidente da Federação Portuguesa dos BA e da FEBA, que
congrega Bancos Alimentares, que com o mesmo modelo ajudam 330 mil
pessoas em Portugal e 5 milhões em 21 países da Europa, pessoas em
situações de pobreza e que necessitam de auxílio alimentar.
Não quero ver em Portugal o que vi na Grécia, onde estou a preparar BA e onde há tanta miséria que nem se encontram medicamentos para os doentes crónicos, onde falta o gás e a luz, onde escasseia a comida nos supermercados.
O Estado Social foi concebido a seguir à grande Depressão, em 1929, para acudir a situações de emergência social, numa altura em que a esperança de vida era de 60 anos pelo que o peso das reformas era pequeno. Ganhou maior dimensão a seguir à 2ª Grande Guerra, numa época de grandes necessidades, onde até era justificada a criação de emprego pelo Estado, nomeadamente em obras públicas, empresas, etc. Com o tempo e a prosperidade económica o peso do Estado Social foi aumentando, e felizmente passaram a ser garantidos direitos essenciais como a Educação, os cuidados de Saude, etc. Só que nos últimos anos a situação tem vindo a alterar-se muito com a alteração na pirâmide demográfica e o peso que as reformas têm hoje (até porque aumentou imenso a esperança de vida e muitas pessoas têm longos anos de pensionistas) e porque o peso da Europa no mundo alterou-se radicalmente: competimos com países muito mais prósperos do que nós e onde não vigoram direitos sociais idênticos. É pois precisamente para manter o Estado Social e defender quem mais precisa que temos portanto de repensar o seu modelo e assegurar a sua sustentabilidade. Volto a realçar: para ajudar quem mais precisa. Para que não precise. Porque a pobreza estrutural infelizmente mantém-se.
Vivemos nos últimos anos muitas vezes acima das nossas reais possibilidades: tanto no que se refere às despesas públicas (autoestradas, estádios de futebol, rotundas) como as despesas individuais de uma camada significativa da população. Adoptamos hábitos que não podemos manter: daí o facto dos países e de muitas famílias estarem endividados, que tenham assumido créditos que hoje dificilmente podem suportar.
O pior é que se tinha uma expectativa de vida que não pode ser realizada exactamente porque a conjuntura e o mundo mudaram. E vemos que os nossos filhos vão viver pior do que nós vivemos. Se nada for feito, ou nada fizermos por eles.
Penso que muitas das criticas que me foram feitas, sobretudo nas redes sociais, foram por pessoas que nem ouviram o programa de televisão nem tudo o que eu disse mas que interpretaram parcialmente o que foi sendo comentado, descontextualizando totalmente o que expressei.
Tenho pena desta polémica que não é boa para ninguém. É triste ver a incapacidade de encarar com realismo que, se não mudarmos nada a situação, não é mesmo sustentável.
Aqui, nos BAs, continuaremos a fazer o mesmo trabalho sem perder de vista quem efectivamente precisa."
Não quero ver em Portugal o que vi na Grécia, onde estou a preparar BA e onde há tanta miséria que nem se encontram medicamentos para os doentes crónicos, onde falta o gás e a luz, onde escasseia a comida nos supermercados.
O Estado Social foi concebido a seguir à grande Depressão, em 1929, para acudir a situações de emergência social, numa altura em que a esperança de vida era de 60 anos pelo que o peso das reformas era pequeno. Ganhou maior dimensão a seguir à 2ª Grande Guerra, numa época de grandes necessidades, onde até era justificada a criação de emprego pelo Estado, nomeadamente em obras públicas, empresas, etc. Com o tempo e a prosperidade económica o peso do Estado Social foi aumentando, e felizmente passaram a ser garantidos direitos essenciais como a Educação, os cuidados de Saude, etc. Só que nos últimos anos a situação tem vindo a alterar-se muito com a alteração na pirâmide demográfica e o peso que as reformas têm hoje (até porque aumentou imenso a esperança de vida e muitas pessoas têm longos anos de pensionistas) e porque o peso da Europa no mundo alterou-se radicalmente: competimos com países muito mais prósperos do que nós e onde não vigoram direitos sociais idênticos. É pois precisamente para manter o Estado Social e defender quem mais precisa que temos portanto de repensar o seu modelo e assegurar a sua sustentabilidade. Volto a realçar: para ajudar quem mais precisa. Para que não precise. Porque a pobreza estrutural infelizmente mantém-se.
Vivemos nos últimos anos muitas vezes acima das nossas reais possibilidades: tanto no que se refere às despesas públicas (autoestradas, estádios de futebol, rotundas) como as despesas individuais de uma camada significativa da população. Adoptamos hábitos que não podemos manter: daí o facto dos países e de muitas famílias estarem endividados, que tenham assumido créditos que hoje dificilmente podem suportar.
O pior é que se tinha uma expectativa de vida que não pode ser realizada exactamente porque a conjuntura e o mundo mudaram. E vemos que os nossos filhos vão viver pior do que nós vivemos. Se nada for feito, ou nada fizermos por eles.
Penso que muitas das criticas que me foram feitas, sobretudo nas redes sociais, foram por pessoas que nem ouviram o programa de televisão nem tudo o que eu disse mas que interpretaram parcialmente o que foi sendo comentado, descontextualizando totalmente o que expressei.
Tenho pena desta polémica que não é boa para ninguém. É triste ver a incapacidade de encarar com realismo que, se não mudarmos nada a situação, não é mesmo sustentável.
Aqui, nos BAs, continuaremos a fazer o mesmo trabalho sem perder de vista quem efectivamente precisa."
O novo centro de armazenamento de dados da PT, que está a ser construído na Covilhã, foi considerado projecto de interesse
nacional. O reconhecimento fica a dever-se ao nível global de investimento assim como ao número de postos de trabalho que
vai criar. →
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
VÍTOR PEREIRA OUTRA VEZ

Vítor Pereira é o único candidato que até agora deu entrada na comissão política concelhia
do PS
da Covilhã, para liderar a lista do PS à câmara municipal nas próximas autárquicas. O actual
vereador,
na foto na campanha de 2009, foi o candidato do Partido Socialista em 2009 e em 2005.
O primeiro
subscritor da candidatura de Vítor Pereira é Carlos Martins, presidente
da junta de freguesia da Conceição e tem o apoio do presidente da
concelhia do Partido Socialista, José Armando Serra dos Reis.
Contactado pela RCB, Vítor Pereira não quer para já tecer comentários
sobre o assunto, guardando as primeiras declarações públicas para o
final da reunião da comissão política já agendada para o próximo dia 13
de Novembro.
O
actual vereador da bancada do Partido Socialista deverá ser assim o
único candidato do PS à câmara da Covilhã nas próximas autárquicas
evitando a realização de eleições internas no partido.
Recorde-se
que Vítor Pereira já foi o candidato do PS na Covilhã nas duas últimas
eleições autárquicas, em 2009 e em 2005, perdendo ambas as vezes para o
candidato do PSD, Carlos Pinto.
2005.
Hoje, às 15:33
por Paula Brito
domingo, 4 de novembro de 2012
CANDIDATURA INDEPENDENTE AVANÇA NA COVILHÃ
Na Covilhã está a nascer uma candidatura independente às próximas autárquicas com o apoio
de
Carlos Pinto e protagonizada por alguns dos elementos da maioria no executivo. A existência do
projecto foi confirmada por Paulo Rosa, este fim de semana em entrevista ao programa
Flagrante
Directo da RCB. →
Segundo o vereador da maioria no executivo
covilhanense trata-se de um projecto “de dimensão concelhia, que quer
ser ganhador e dar continuidade ao trabalho que tem vindo a ser
desenvolvido pelo actual presidente da câmara”, um projecto que nasce a
favor da Covilhã “as pessoas que gostam da Covilhã facilmente se
identificam com este projecto”, e contra o “assalto que foi feito ao
PSD”. Paulo Rosa não se identifica
com a actual comissão política concelhia do PSD “não me revejo neste
tipo de pessoas” e entende que o perfil do candidato traçado na reunião
da assembleia de militantes “foi um fato feito à medida”.
Quanto ao líder do projecto independente que já tem “um exército de homens e mulheres”, será apresentado a seu tempo, assim como o restante calendário da candidatura que “já está definido”.
Quanto ao líder do projecto independente que já tem “um exército de homens e mulheres”, será apresentado a seu tempo, assim como o restante calendário da candidatura que “já está definido”.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
SR.Primeiro Ministro
Como militante ativo que sou do
PSD, fui um grande apoiante de Passos Coelho tanto na escolha para líder do
partido, como depois para primeiro ministro.
Estava convencido de que
tinha-mos homem para governar Portugal.
Nos primeiros tempos pensei que
não me tinha enganado, apesar de alguns tíritos nos pés, tinha o benefício da dúvida
por causa do choque ao conhecer bem a herança que lhe tinha sido deixada por Sócrates.
Mas com o decorrer do tempo o Sr.
e, o seu governo só me têm desiludido.
Nunca imaginei um homem que se
dizia tão preparado para tirar este Pais e o seu povo do buraco, e dar-lhe um
novo rumo para o futuro.
Um rumo de sucesso claro, era o
que eu pensava.
Quando o ouvia dizer vou cortar
nas gorduras do Estado, vou acabar com os institutos e fundações que, só servem
para dar empregos aos bois.
Vou acabar com os desperdícios
etc. etc. etc.
Isto tudo não passou de balela,
afinal passado este tempo o Sr. a única coisa que está a fazer é acabar com
Portugal.
Não pense que sou dos que dizem
que Portugal não deve pagar.
Portugal deve pagar e aliás o
povo está a pagar com muito custo e á custa de muita fome.
Mas o problema contínua, porque
os senhores o dinheiro que nos tiram não o sabem governar e a prova é que a
divida de Portugal aumentou de 112 % para 117%, então para que servem os sacrifícios
enormes que nos pedem?
Eu digo-lhe o que penso, para
continuar a pagar as mordomias dos políticos no ativo e os que têm reformas vitalícias,
e olhe que não são 240 euros mensais.
Serve também para manter as
grandes administrações das empresas publicas algumas com mais administradores
do que funcionários, as empresas municipais que cresceram como cogumelos.
Ou seja o Sr. e o seu governo
estão a governar para os mesmos de sempre, a coragem de antes das eleições transformou-se em
cobardia perante os interesses instalados.
Sr. primeiro ministro ainda está
a tempo de por em pratica aquilo que dizia ser as suas intenções, mas não creio
que tenha coragem de o fazer é mais fácil por o povo á fome, do que tomar
medidas que realmente ponham este Pais a funcionar.
Se for assim vá-se embora porque
quem tire aos pobres não faz cá falta nenhuma.
Olhe que este povo é muito
produtivo apesar do Srs. Dizerem o contrário, se não veja algumas empresas onde
os trabalhadores são bem tratados por ex. a Auto Europa, e o que me diz dos
nossos emigrantes? que são apreciados em todo o mundo, são até considerados dos
melhores do mundo, alguns com poucas qualificações são excelentes
trabalhadores.
Em Portugal não se produz porque
os dirigentes deste Pais não estão para se chatear com isso vão para o poder
para se servir e não o contrario.
Sr. Primeiro ministro não lhe vou
dar o gosto de entregar o cartão de militante do PSD que tenho desde os meus 16
anos ainda como JSD.
Sempre lutei e lutarei pela
liberdade, igualdade e solidariedade, não vai ser o mau exemplo que está a ser
dado por si, pois pôs estas três palavras longe do seu pensamento, que me vai
tirar a vontade de ver o meu Pais ser bem administrado e respeitado tanto ca
dentro como fora, ver o povo Português ter o que merece, o mínimo para viver em
paz. C.Proença
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Porque não acabar com os paralelos no Estado?
Vem esta semana na imprensa,
que, está previsto no orçamento de estado para 2012 o afastamento de mais 50.000
trabalhadores da função pública.
Funcionários com contrato a
prazo.
Venho então sugerir ao governo
se é tão necessário a dispensa de trabalhadores, porque, não dispensar aqueles
que para além do emprego no estado, têm uma atividade paralela?
É que, muitos destes artistas
que têm atividades nas mais diversas áreas “seguros, arquitetura, engenharia,
etc.” onde tiram bem o suficiente para viver, e depois estão no emprego do
estado em postos de chefia a ganhar bons ordenados.
É que esta gente para além do
ordenado estão numa situação de privilegio em relação aos outros profissionais que
não estão no estado, pois muitas vezes para não dizer sempre servem-se dos
conhecimentos para arranjar clientela e o que é pior utilizam os meios ao seu dispor
que são de todos nós em proveito do seus negócios.
Por isso este alerta ao
governo ponha esta gente a mexer, porque para alem de terem outros meios de subsistência,
o estado vai ganhar em muito pois para além do ordenado que deixa de pagar, poupa
também nos recursos usados por estes em proveito próprio.
Se fizerem as contas vão ver
que vão poupar mais do que pesavam poupar com o afastamento dos contratados.
Já vai sendo hora de que os sacrifícios
sejam feitos por aqueles que só estão no estado para se servir.
Eu sou contra o rendimento mínimo
dado sem contra partidas, mas também não tolero este tipo de rendimento
suplementar que milhares de artistas andam a receber todos os meses sem que
para isso deem algum lucro á comunidade antes pelo contrário.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
O emprego, o futuro
A criação de emprego e a fixação de pessoas deverá ser o principal alvo da acção política dos próximos anos
Pedro Farromba
Retirado do Noticias da Covilhã
Nos dias que correm, mau grado a importância assumida pelo reequilíbrio das finanças públicas, o emprego constitui-se como principal indicador da falta de vitalidade da nossa economia. Tivemos períodos da nossa história em que
a saúde económica era avaliada pelos níveis de inflação ou pelas taxas
de câmbio mas, hoje, integrados na zona euro, é claro que a principal
variável económica, com enorme repercussão social, é o nível de emprego na sociedade.
Na Covilhã, vivemos esse drama, de forma mais aguda, com a reconversão do sector têxtil, que chegou a ter mais de 300 empresas em laboração e que, com a viragem para oriente das produções, se debilitou, não mantendo o emprego na dimensão pretérita.
O problema
continua preocupante mas, como me dizia há meses atrás um dos
responsáveis pelo projecto do Data Center da PT e cito “A Covilhã é uma
cidade que sabe fazer, que se reinventou”. Várias vezes me tenho
debruçado sobre estas palavras que, ditas por alguém que aqui não vive e
que à Covilhã nada deve, faz pensar e deve ser motivo de reflexão
positiva.
É certo que a Cidade aprendeu a
viver virada para a Universidade e daí colheu o que outrora vinha dos
teares. Mas, também é certo, que se soube adequar aos tempos e criar mecanismos necessários para que hoje dispute com cidades de toda a Europa a instalação de projectos empresariais.
De forma concertada, diversas entidades têm dado as mãos, na definição
de um caminho para reinvenção da própria Cidade.
A criação do Parkurbis em 2001 e o início da sua actividade em 2004 uniu num mesmo objectivo a Câmara Municipal, a Universidade, as associações empresariais, a banca e algumas empresas para que se pudesse criar um novo conceito de vida empresarial até então inexistente, nascendo um verdadeiro ecossistema inovador de empreendedorismo qualificado.
Neste últimos oito anos, a Covilhã passou a ser conotada com as novas tecnologias, reapareceu no “mapa empresarial” como uma Cidade onde se pode criar ou para onde se podem transferir empresas ligadas a este sector, com plena resposta ao nível de infra-estruturas de acolhimento e mão-de-obra especializada. Temos também assistido à instalação de empresas de base tecnológica, start-ups de base local ou vindas de outras regiões percebendo a existência de tal ecossistema.
A cereja em cima
do bolo será talvez o Data Center da PT que só decidiu localizar-se na
Covilhã, porque houve arte e engenho para tal, a partir da Câmara
Municipal. O nosso exemplo, é hoje transmitido em fóruns
de vários locais do Mundo, e a próxima realização na Covilhã, do
Encontro Ibérico de Parques de Ciência e Tecnologia, constitui a
consagração do que hoje representa o Parkurbis na Europa.
É pois, neste cenário que entramos numa nova fase. Temos hoje um projecto de dimensão mundial que é falado nos cinco continentes e temos que o saber utilizar em benefício da Cidade. Os próximos anos são fundamentais para que se consiga atrair mais empresas e mais emprego,
posicionando-se, do ponto de vista da sua estratégia de continuidade,
com carácter muito persuasivo junto dos investidores europeus.
A Covilhã precisa de continuar a falar a linguagem caracterizadora do nosso tempo, multilingue, da comunicação instantânea, virada para a internacionalização, com protagonistas que assumam essa linguagem e saibam dialogar na base do que as empresas
precisam. As missões do futuro, concluídos os grandes objectivos de
lançamento das estruturas essenciais à qualidade de vida urbana e rural,
passam pelas empresas e pelo emprego. A criação de emprego e a fixação de pessoas deverá ser o principal alvo da acção política dos próximos anos.
O exemplo do que tem sido feito neste domínio na Covilhã, é a melhor segurança e garantia, do que deverá ser feito no futuro.
Retirado do Noticias da Covilhã
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
COM MUITA PENA MINHA
Fiz este blog pessoal para exprimir a minha opinião, pensando eu que desde que não ofendesse ninguém podia dar a minha opinião fosse ela concordante ou discordante.
Mas não é assim trinta e tal anos passados do 25 de ABRIL, a liberdade de expressão nem sempre existe.
A algum tempo sofri uma represália que na altura não associei ao que eu escrevia mas agora tenho quase a certeza de que assim é.
Por esta razão e com muita pena minha este blog vai continuar online mas sem actividade da minha parte.
Quero por fim agradecer a todos os que visitaram e quem confiou neste meio de informação para publicitar os seus eventos.
A TODOS UM ABRAÇO.
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