quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Desabafo



Normalmente não se dá trela a comentadores anónimos, porque não se deve ligar aos cobardes incapazes de nos enfrentar de frente.
Mas como tem havido um tão insistente que insiste em me colocar características que eu nunca tive ou pelo menos não me lembro delas.
Será que nos tempos em que eu frequentava a noite ficaria a dever alguma coisa a alguém da família deste fulano?
Não me lembro, pois nunca fiquei a dever nada em nenhuma casa de alterne.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Dr. Pedro Farromba, é com agrado que tal como já lhe tinha dito pessoalmente, venho agora por escrito manifestar o meu apoio á sua candidatura á Câmara da Covilhã.
Pode contar comigo para o que for necessário por isso não se acanhe.
Quero já agora felicita-lo pelo excelente discurso de apresentação da sua candidatura, espero que não lhe falte o folgo porque para por em pratica tudo o que ali falou vai precisar de estar sempre a 200%.
Mais uma vez felicidades nesta caminhada pela vereda mais estreita e espinhosa que, provavelmente já percorreu e parabéns por demonstrar coragem para a percorrer.
Um abraço
C. Proença

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Covilhã: Pedro Farromba é candidato independente à Câmara

Diario Digital Castelo Branco/Lusa | 2013-01-08 12:33:00
Covilhã: Pedro Farromba é candidato independente à Câmara
O vereador social-democrata da câmara da Covilhã Pedro Farromba anunciou hoje que se vai candidatar sem apoio partidário à presidência do município nas próximas autárquicas para prosseguir o projeto do atual presidente, que não se pode recandidatar.
A apresentação da candidatura independente está marcada para sábado, às 17:30, no Grupo Educação e Recreio Campos Melo, na Covilhã.
No portal www.pedrofarromba.com, o autarca diz querer dar "continuidade a um percurso de progresso que a Covilhã tem vivido nos últimos anos", numa alusão ao projeto autárquico liderado pelo social-democrata Carlos Pinto, que está impedido de se recandidatar devido à lei de limitação de mandatos.
Questionado pela agência Lusa sobre se apoia a candidatura, Carlos Pinto preferiu não comentar.
A candidatura sem apoio partidário de Pedro Farromba surge depois de divisões no PSD sobre os apoios, com a maioria "laranja" - que lidera o município da Covilhã - e a comissão política concelhia do partido em rota de colisão.
As divergências começaram em maio de 2012, depois de uma lista apoiada pelo presidente da câmara às eleições para a concelhia ter sido derrotada por outra encabeçada por Francisco Castelo Branco.
Desde então, a maioria PSD na autarquia tem criticado diversas posições da concelhia e vice-versa, tendo o vereador social-democrata Paulo Rosa pedido mesmo a demissão daquele órgão do partido.
Francisco Castelo Branco, presidente da concelhia "laranja", disse à Lusa que tem tentado "estabelecer diálogo" com os eleitos e com o presidente da Câmara, mas os convites "ou são recusados ou não têm resposta".
O PSD ainda não anunciou qual o candidato que vai apresentar à presidência da Câmara da Covilhã nas próximas eleições autárquicas.
Na Covilhã, só o PS já anunciou o cabeça de lista, que será pela terceira vez consecutiva Vítor Pereira, advogado e atual vereador da oposição.

EU VOU LÁ ESTAR


sábado, 5 de janeiro de 2013

Carta de Apresentação

Caro(a) Amigo(a):
Como sabe, este Ano, vamos ter eleições para a Câmara Municipal e demais órgãos autárquicos do nosso Concelho.
Por ser um momento muito importante da nossa vida colectiva, venho comunicar-lhe que tomei a decisão de me candidatar a Presidente da Câmara.
Esta decisão surge após um longo período de reflexão, em que tive a oportunidade de ouvir muitas pessoas de vários quadrantes políticos, oriundas de todas as freguesias do nosso Concelho e de muitos sectores de actividade.
Ouvi e percebi que é minha responsabilidade, com a sua ajuda, dar continuidade a um percurso de progresso que a Covilhã tem vivido nos últimos anos e, como os novos tempos exigem, evoluir nas apostas para o futuro da Cidade e do Concelho.
A gestão municipal exige grande competência e responsabilidade, olhando para as pessoas em primeiro lugar.
A formação, experiência profissional, social e autárquica, que fui adquirindo ao longo dos anos, levam-me a acreditar que posso vir a desempenhar de forma competente as funções a que me vou candidatar, com uma equipa capaz e dedicada.
Para apresentação e anúncio público da minha candidatura, venho convidá-lo(a) para estar presente no próximo dia 12 de Janeiro, sábado, pelas 17.30h, na sede do Grupo de Educação e Recreio Campo Melo, na Rua José Caetano Júnior, no Bairro Municipal, na Covilhã.
Conto com a sua presença.
Cumprimentos,
Pedro Farromba
Pedro Farromba

sábado, 8 de dezembro de 2012

Dia Da Senhora Da Conceição



 8 de Dezembro, para mim continua a ser o DIA DA MÃE.
Fica por isso aqui a homenagem á melhor Mãe do Mundo a minha, pois porque a nossa é sempre a melhor mesmo lá no céu está sempre com um olho em nós.
Esta homenagem é para a minha Mãe, por ter feito tantos sacrifícios para me criar a mim e a mais 4 filhos, mas é também para todas a Mães do mundo que hoje voltam a ter que fazer tantíssimos sacrifícios para que nada falte aos seus filhos.
Deixo aqui um beijo muito especial para a minha Mãe onde ela estiver e também para todas as Mães do Mundo  

terça-feira, 4 de dezembro de 2012



    «Dizem que sou intratável, instável, já sei tudo o que se disse. O que é que quer que eu faça? O que eu sou é direto! E determinado.»- Francisco Sá Carneiro (Imprensa 1979)

Assinala-se hoje mais um ano da morte de Francisco Sá Carneiro e seus acompanhantes.
Nunca me esquece aquele princípio de noite do dia 4 de Dezembro de 1980.
Tinha 15 anos na altura recebi a noticia como a maior parte dos portugueses, que, aquela hora estavam frente á televisão, a emissão foi interrompida para dar a noticia do assidente em que o Primeiro Ministro de Portugal e seus acompanhantes tinham perdido a vida, a aeronave em que viajavam tinha caído em Camarate.
Lá em casa a notícia caiu como uma bomba, e ficou tudo em silêncio, até que eu disse Pai já o mataram.
Esta foi a minha convicção na altura e continua a ser, para mim, Sá Carneiro foi assassinado, claro que isto é só a minha opinião, mas até que me provem o contrário, esta continua a ser a minha opinião.
Para mim Sá Carneiro teria levado Portugal a ser um Pais de 1º mundo, sem que para isso fosse necessário desmantelar tudo o que era produtivo, cedendo assim a outros países e aos interesses de alguns, que não os de Portugal e do seu povo.
Não seria-mos hoje uma colonia da EU ou melhor dizendo Alemã, que só tem deveres e deixou de ter direitos e tudo porque quem se seguiu a Sá Carneiro não soube governar entregaram-nos nas mãos da Europa, como se os subsídios não tivessem fim, e chegamos onde?
Estamos feitos uns miseráveis governados por uma troika que nos obriga a dar o que já não temos.
Ou seja o povo Português está a pagar pelos erros das várias governações, mas os governantes que passaram e os que estão pouco se incomodam, para eles a crise passa ao lado.
E porque se devem chatear, por muitos crimes que cometam, sim porque por um povo a passar fome enquanto os governantes, deputados e anteriores titulares destes cargos públicos, continuam a viver como se estivesse-mos num Pais riquíssimo.  
Isto não é um crime?
Nunca esquecerei de Sá Carneiro fez cá muita falta, até aos que pensavam o contrário.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Reorganização administrativa



Juro que não me queria prenunciar sobre este assunto, embora tivesse a minha opinião pessoal.
Quando vi que a unidade técnica indeferiu a preposta da Assembleia Municipal da Covilhã, que, propunha a união das quatro juntas da cidade, fiquei na espectativa quanto á resposta do município.
Resposta que surgiu na passada sexta feira e quanto a mim bem com a aprovação de um referendo municipal para que o Povo se possa prenunciar sobre este assunto tão delicado que mexe com as raízes das povoações.
Deve ser o povo a dizer o que pretende, porque é o povo que paga e sempre pagou a quem governa “ou desgoverna” o território português.
Mas hoje quando tomava café ouvi que a referida unidade técnica na sua proposta refere que a Vila do Carvalho se deveria juntar a Cantar Galo e não Cantar galo a Vila do Carvalho, fiquei deveras furioso.
Não quero falar de outras freguesias, mas destas sim, porque me tocam mais pessoalmente.
Como é possível uma unidade técnica que custa tanto dinheiro ao Estado, dinheiro pago por impostos dos portugueses, ser tão incompetente?
Esses montes de Bost… que não têm outro nome sabem o que estão a fazer?
Conhecem minimamente o território e a sua história?
Claro que não.
Alguma vez se ali houvesse alguém competente, prepunha que uma Vila fosse agora ter a sua sede numa freguesia, que, não há muitos anos foi criada através da retirada de território e população dessa mesma Vila?
Então onde está o centro de Saúde?
E o cemitério?
Estes são exemplos que lembro para que não seja a Vila a ir para a freguesia, mas sim como diz toda a logica a freguesia a ir para a Vila.
Então não seria mais logico voltar a juntar o que já foi junto?
Por que carga de água o Canhoso tem de ir para a Covilhã e não volta para onde saiu há meia dúzia de anos?
Não vivo na Vila do Carvalho mas aprendi a gostar tanto da terra como dos seus habitantes, creio que nos últimos anos tem sido suficientemente discriminada a vários níveis, para agora vir mais uma decisão   de uns boys que não percebem nada de nada, são simplesmente uns “merd” que só estão ali para levar o ordenado que, não é mínimo, e ditarem que a vila do Carvalho tem de se unir a Cantar galo e mais nada.
Isso é que era bom, vou estar atento, podem contar comigo todos os que quiserem lutar contra esta decisão vinda destes covardes que nem sequer saem dos gabinetes e de quem lhes dá cobertura um governo que se tem mostrado incompetente para  cortar nos grandes interesses instalados e vai delapidando o povo e a sua história.
Mais uma vez digo que votei neste governo e mais uma vez digo que fui enganado.

domingo, 25 de novembro de 2012

O Meu Presépio



25 de Novembro, falta um mês para a celebração do Natal, como todos os anos e desde que possa é  feita a  inauguração do meu simples Presépio.
Faço-o porque sou católico, pouco praticante por diversos motivos que aqui não vêm ao caso, mas sou.
O Natal para mim é uma das mais belas festas não só pelo que significa ao nível da doutrina católica, mas também por ser a festa da família, coisa que se vem perdendo cada vez mais.
Sou do tempo em que se acreditava, e pus muita vez o sapatinho junto ao velho fogão da casa dos meus Pais, não há palavras que exprimam tamanha mistura de emoções quando pela manhã ia ver os presentes que então o Menino Jesus não o pai natal tinham deixado.
Houve então o Ano da descoberta, da revolta por ter sido enganado com tanta história, mas veio também a compreensão e o descobrimento dos vários sacrifícios que os Meus Pais faziam para que as prendas aparecessem no sapatinho.
Em homenagem aos meus Pais e a todos os Pais que tantos sacrifícios fizeram e continuam a fazer para que o Natal não acabe, “Pais e não só” vou continuar a fazer o meu presépio, a tentar comer as batatas com o bacalhau e as couves mesmo que não haja disponibilidade para dar presentes.
Quero aproveitar para desejar a todos mas mesmo a todos uma feliz quadra Natalícia.
Vou apenas fazer uma exceção desejo a todos os que têm culpa de que o nosso Portugal esteja nesta situação tão difícil, em que tanta gente vai passar esta quadra e não só, por momentos de tanta aflição, que o peso de consciência lhes seja tão forte que desejassem ser punidos criminalmente como todos os cidadãos de bem deste País.  

domingo, 18 de novembro de 2012


A VERDADE SOBRE O DESEMPREGO NA COVILHÃ
http://www.cm-covilha.pt/

O Município da Covilhã tem há muito uma política de promoção das actividades económicas tendo em vista a captação de investimento para o concelho que promova a criação de postos de trabalho.
Qualquer concelho que se preze pretende o melhor para os seus munícipes e jamais poderá tolerar inverdades de quem, a coberto da defesa dos direitos dos trabalhadores, jamais criou um único posto de trabalho. Pelo contrário, sempre disponível para criticar quem o faz ou cria condições para que outros o façam.
Nos últimos tempos, houve quem pretendesse iludir os Covilhanenses com números perfeitamente descontextualizados face às estatísticas oficiais publicadas pelo IEFP.

Tentou-se vender a ideia de que o município, de forma deliberada, estaria a "manipular" (JF de 8/11/2012) as verdadeiras estatísticas sobre os Desempregados no seu concelho.

Por respeito pela verdade e pelos seus munícipes, a Câmara Municipal da Covilhã procurou junto das entidades competentes, no caso o Instituto de Emprego e Formação Profissional o esclarecimento sobre a interpretação correcta das estatísticas sobre o desemprego.
http://download.cm-covilha.pt/noticias/CamaraNoticias2012/20121118IEFPcorrespondencia.pdf

De acordo com as respostas obtidas, as quais reproduzimos em anexo, informamos as principais conclusões:
O Instituo de Emprego e Formação Profissional tem no seu site http://www.iefp.pt/ os dados estatísticos oficiais que podem ser consultados por todos os cidadãos.
Numa era do conhecimento, bastará a qualquer pessoa bem informada, recolher a informação por concelho para identificar a informação a veracidade dos números sempre veiculados pela município.
http://download.cm-covilha.pt/noticias/CamaraNoticias2012/20121118IEFPnumerodesempregados.pdf
[Total Nacional de Desempregados inscritos no IEFP]

Os dados do quadro anterior estão acessíveis ao publico em geral http://www.iefp.pt/estatisticas/MercadoEmprego/ConcelhosEstatisticasMensais/Paginas/Home.aspx

Os paladinos da desgraça alheia pretendem no entanto incluir no rol dos desempregados quem efectivamente trabalha diariamente, obtendo por isso remuneração pelo serviço prestado ainda que a mesma seja complementada com apoios do estado: os famosos POC´s ou mais recentemente CEI´s.
Mas para esclarecer todos os quantos o queiram ser, o Instituo de Emprego e Formação Profissional publica também em todas as suas estatísticas mensais a definição internacionalmente reconhecida como "Desempregado". Ainda assim o Município da Covilhã solicitou esclarecimentos sobre a composição dos números associados a esta categoria, tendo obtido como resposta, a seguinte definição: "Considera-se Desempregado o candidato inscrito num Centro de Emprego, que não tem trabalho, procura um emprego como trabalhador por conta de outrem, está imediatamente disponível e tem capacidade para o trabalho".
http://download.cm-covilha.pt/noticias/CamaraNoticias2012/20121118IEFPconceitos.pdf
http://download.cm-covilha.pt/noticias/CamaraNoticias2012/20121118IEFPdefinicoes.pdf
Ora esta definição, certamente do conhecimento de quem ousou por em causa os números então apresentados, resulta da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e foi adoptada na sua 13ª Conferência Internacional das Estatísticas do Trabalho realizada em 29 de Outubro de 1982, com as alterações introduzidas pelas 16ª e 18ª Conferências realizadas em 1998 e 2008.
http://download.cm-covilha.pt/noticias/CamaraNoticias2012/20121118IEFPconferencia.pdf
Assim sendo, as estatísticas não permitem incluir os cidadãos abrangidos por esses programas especiais de emprego na categoria de Desempregado, na medida em que os beneficiários estão efectivamente a desempenhar trabalho socialmente necessário, remunerados enquanto tal pelo Estado e pela entidade beneficiária que, em diversas situações, acaba por concretizar um contrato de trabalho com o beneficiário.
Pode-se concordar ou não com a precariedade da relação laboral, mas não é correcto misturar conceitos que são válidos tanto para a Covilhã, como para o resto do país.

Mais grave do que esta situação, procurou-se ainda fazer crer que o numero associado a estes beneficiários (POC´s e CEI´s), tenha mais que triplicado no espaço de um ano e meio no concelho da Covilhã. Nada mais falso!
Uma vez mais bastaria ter recorrido oficialmente ao IEFP (sim porque pensamos ser essa a única forma de obter dados estatísticos do Instituto) para verificar o seguinte:
O conceito de "ocupado" sofreu alteração entre 2011 e 2012. Até 15 de Setembro de 2011, eram identificados como ocupados os candidatos a desenvolver uma actividade temporária no âmbito da satisfação das necessidades colectivas, ao abrigo dos contratos de emprego inserção ou programas equivalentes. Posteriormente a essa data, para além destes, são identificados como ocupados os candidatos a frequentarem formação profissional ou integrados em medidas activas de emprego (Ex: Estágios Profissionais), com excepção das medidas que visem a criação do próprio emprego ou postos de trabalho e que visam a integração directa no mercado de trabalho.
Ou seja, o universo de comparação da categoria dos "OCUPADOS", teve uma alteração profunda em Setembro de 2011, agrupando, para além dos CEI/POC, todos os beneficiários de Formação Profissional Interna e Externa, bem como os Estágios Profissionais e outras medidas activas de emprego.
O Município da Covilhã é, obviamente, alheio a esta alteração metodológica que, como agora se prova, foi intencionalmente apresentada de forma enviesada com o objectivo claro de esconder uma realidade que é visível aos olhos de todos:

A Covilhã, apesar de continuar a olhar para o problema do desemprego como a maior preocupação social do concelho, reduziu efectivamente o numero de desempregados entre Janeiro de 2005 e Setembro de 2012, em cerca de 2 por cento.

Para se ser sério na análise do drama que afecta cerca de 3800 pessoas no nosso concelho, não podemos deixar de efectuar as devidas comparações com o restante território nacional e até no contexto regional em que nos apresentamos. E nesse caso deveria ter sido preocupação de quem (aparentemente) defende os interesses dos trabalhadores de todo o distrito, o aumento de 86 por cento numero de desempregados (87 por cento caso insistam em acrescer os "OCUPADOS") do concelho de Castelo Branco. Ou será que também aí existe alguma manipulação? Descuido certamente...

O Município da Covilhã continuará a pautar-se pela promoção da actividade económica no concelho que permita melhorar as estatísticas no que diz respeito ao Emprego, mas não pactuará com quem pretenda diminuir os resultados já alcançados nesse aspecto.
A capacidade demonstrada pelos Covilhanenses para resistir às adversidades do momento económico que atravessamos e a sua capacidade de resiliência é o melhor trunfo que todos podemos apresentar para encarar o futuro de forma ambiciosa, transformando ainda mais a Covilhã numa cidade onde vale a pena VIVER!

Covilhã, 16 de Novembro de 2012